Executivo da RecordTV e SBT torrou R$ 1 milhão em boate de Nova York.

Afastado na semana passada das negociações pela venda dos sinais de Record, SBT e RedeTV! às operadoras de cabo e satélite, o executivo Marco Gonçalves esteve no centro de um escândalo um mês antes de ser contratado pela três emissoras. Em fevereiro deste ano, ele teve de deixar a sociedade no banco BTG Pactual após ser acusado de gastar R$ 1 milhão em duas noitadas numa boate de Nova York.
Segundo reportagem do jornal New York Daily News, Marcão, como é conhecido, teria dado um calote de US$ 340 mil (R$ 1,115 milhão atualmente) no badalado night club Provocateur, no Meatpacking District, bairro da ostentação novaiorquina. Teria dito aos amigos para beberem à vontade _e eles o fizeram, consumindo bebidas caras como a champanhe Dom Pérignon e a tequila Patrón Magnum.
A gastança digna de rei do camarote ocorreu em junho do ano passado, mas só veio à tona no final de janeiro, após o dono da boate processar Marco Gonçalves.
O banqueiro tem uma versão diferente da história. Diz que não frequentou a boate, mas um restaurante anexo. E que não estava acompanhado de “inúmeras pessoas”, mas de apenas quatro amigos. Gonçalves diz que só tomou conhecimento do valor da conta quando recebeu o extrato do cartão de crédito. Ele teria pago a fatura e contestado a despesa, que teria sido reembolsada pela American Express.
O hoje executivo da Simba, empresa formada pelo SBT, Record e RedeTV!, acabou fazendo um acordo na Justiça de Nova York, mantido em sigilo. Reconhece que pagou a quantia cobrada pela Provocateur, para se livrar do escândalo e de chantagens que estaria sofrendo.
O escândalo acabou sendo inevitável e saindo caro para Gonçalves. Ele perdeu o apoio dos acionistas do BTG Pactual, escaldados pela prisão do CEO do banco, André Esteves, envolvido com a Lava Jato, em 2015. Após oito anos, teve que deixar a sociedade, no início de fevereiro.
A fama de negociador duro levou Gonçalves à Simba, um mês depois. Ele tinha o perfil que Record, SBT e RedeTV! buscavam, já que pretendiam lançar uma guerra contra as principais operadoras de TV paga. A guerra acabou saindo um tiro no pé. Até agora, as emissoras não conseguiram tirar um único centavo das operadoras. E estão fora do cabo e do satélite no maior mercado do país, o da Grande São Paulo.
Gonçalves é um especialista em fusões e aquisições. Nas negociações com as empresas de TV por assinatura, teve que trocar o papel de “negociador duro” pelo de apaziguador. Mas acabou chamando a atenção mesmo pelo desconhecimento do mercado e pela inviabilidade da única proposta feita, de R$ 15 pelos sinais das três redes abertas, mesmo custo que as operadoras têm com pacotes premium, como HBO e Telecine.
Desde a última terça (23), Gonçalves não atua mais na linha de frente de negociações da Simba. A empresa contratou para essa tarefa Ricardo Miranda, ex-presidente da operadora Sky. Mas Gonçalves continua na Simba.
Daniel Castro / Notícias da TV

Justiça determina que Operadora Net dê desconto de R$ 7,50 por corte de canais da Simba.

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A Vara do Juizado Especial Cível do Foro Regional de Itaquera, em São Paulo, determinou nesta segunda-feira (29) que a Net dê um desconto de R$ 7,50 no pacote de uma cliente. Ela questionou a operadora por conta do corte dos sinais de Record, SBT e RedeTV!, empresas que formam a Simba, no final de março. É a primeira decisão neste sentido desde o início do impasse entre as operadoras de TV paga e os canais.

Na decisão judicial, é calculado o valor de R$ 2,50 por canal cortado. O juiz, Eduardo Francisco Marcondes, observa que, embora não esteja condenando a operadora pelo corte do sinal, entende que a consumidora tem direito a um desconto, já que deixou de ser servida de acordo com o que contratou originalmente.

“Poder-se-ía argumentar que não há como responsabilizar a ré pela suspensão do sinal dessas três emissoras, tendo em vista que a obrigatoriedade da transmissão de referidos canais abertos cessou com o término da transmissão do sinal analógico. Todavia, a questão não se coloca sob esse prisma para a solução deste processo”, escreve o juiz na sentença.

“Cuida-se de relação de consumo, na qual a parte autora pagava um preço específico por um serviço que incluía, também, a transmissão dos canais abertos referentes às redes SBT, RecordTV e RedeTV! Houve redução do serviço, pois o sinal daqueles canais deixou de ser entregue à parte autora, que continuou pagando o mesmo preço à parte ré”, anota ele.

“Ora, há desequilíbrio na relação contratual quando uma das partes reduz o escopo do serviço, mas mantem o mesmo preço. Pouco importa, para a parte autora, enquanto consumidora, o valor que a parte ré pagava àquelas emissoras, ou, atém mesmo, se não lhes pagava nada, porque a parte autora remunerava a ré pelo serviço que incluía aqueles canais”, acrescenta.

“Basta ver que, se a parte autora deixasse de pagar as mensalidades do serviço, a parte ré deixava de lhe entregar aqueles canais das redes SBT, RecordTV e RedeTV!, ou seja, cortava o sinal não apenas dos outros canais abertos e fechados, mas também dessas três emissoras. Nesse contexto, no qual se caracterizou redução do serviço prestado, tem a parte autora direito à redução proporcional do preço respectivo”, conclui.

O juiz não explica como chegou ao valor por canal. “À míngua de informações sobre o valor desse serviço, arbitro essa redução em R$ 7,50 por mês, correspondendo R$ 2,50 ao corte de cada uma das três emissoras.Assim, o preço da assinatura mensal deve ser reduzido nesse valor, até que o sinal dessas emissores seja restabelecido para a parte autora”, escreve.

Marcondes faz, ainda, duas observações sobre o caso. A primeira diz respeito aos limites da sua decisão: “Não é o caso de determinar à parte ré que restabeleça o sinal daquelas emissoras à parte autora, porque se trata de questão que envolve contratação entre a ré e aquelas empresas ou com sua representante, com efeitos em relação a todos os demais assinantes da ré, ou seja, uma situação que não pode ser resolvida para apenas um consumidor.”

A segunda refere-se a uma questão importante: é possível substituir estes canais por alguns equivalentes? O juiz diz que não. “Não é caso de determinar a substituição desses canais por outros, porque não há canais com conteúdo semelhante à disposição para distribuição. O caráter personalíssimo desse serviço específico impede tal substituição”.

A decisão é uma vitória das emissoras que formam o Simba. Cabe recurso à decisão.

Mauricio Stycer | UOL

Justiça determina que Operadora Net dê desconto de R$ 7,50 por corte de canais da Simba.

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A Vara do Juizado Especial Cível do Foro Regional de Itaquera, em São Paulo, determinou nesta segunda-feira (29) que a Net dê um desconto de R$ 7,50 no pacote de uma cliente. Ela questionou a operadora por conta do corte dos sinais de Record, SBT e RedeTV!, empresas que formam a Simba, no final de março. É a primeira decisão neste sentido desde o início do impasse entre as operadoras de TV paga e os canais.

Na decisão judicial, é calculado o valor de R$ 2,50 por canal cortado. O juiz, Eduardo Francisco Marcondes, observa que, embora não esteja condenando a operadora pelo corte do sinal, entende que a consumidora tem direito a um desconto, já que deixou de ser servida de acordo com o que contratou originalmente.

“Poder-se-ía argumentar que não há como responsabilizar a ré pela suspensão do sinal dessas três emissoras, tendo em vista que a obrigatoriedade da transmissão de referidos canais abertos cessou com o término da transmissão do sinal analógico. Todavia, a questão não se coloca sob esse prisma para a solução deste processo”, escreve o juiz na sentença.

“Cuida-se de relação de consumo, na qual a parte autora pagava um preço específico por um serviço que incluía, também, a transmissão dos canais abertos referentes às redes SBT, RecordTV e RedeTV! Houve redução do serviço, pois o sinal daqueles canais deixou de ser entregue à parte autora, que continuou pagando o mesmo preço à parte ré”, anota ele.

“Ora, há desequilíbrio na relação contratual quando uma das partes reduz o escopo do serviço, mas mantem o mesmo preço. Pouco importa, para a parte autora, enquanto consumidora, o valor que a parte ré pagava àquelas emissoras, ou, atém mesmo, se não lhes pagava nada, porque a parte autora remunerava a ré pelo serviço que incluía aqueles canais”, acrescenta.

“Basta ver que, se a parte autora deixasse de pagar as mensalidades do serviço, a parte ré deixava de lhe entregar aqueles canais das redes SBT, RecordTV e RedeTV!, ou seja, cortava o sinal não apenas dos outros canais abertos e fechados, mas também dessas três emissoras. Nesse contexto, no qual se caracterizou redução do serviço prestado, tem a parte autora direito à redução proporcional do preço respectivo”, conclui.

O juiz não explica como chegou ao valor por canal. “À míngua de informações sobre o valor desse serviço, arbitro essa redução em R$ 7,50 por mês, correspondendo R$ 2,50 ao corte de cada uma das três emissoras.Assim, o preço da assinatura mensal deve ser reduzido nesse valor, até que o sinal dessas emissores seja restabelecido para a parte autora”, escreve.

Marcondes faz, ainda, duas observações sobre o caso. A primeira diz respeito aos limites da sua decisão: “Não é o caso de determinar à parte ré que restabeleça o sinal daquelas emissoras à parte autora, porque se trata de questão que envolve contratação entre a ré e aquelas empresas ou com sua representante, com efeitos em relação a todos os demais assinantes da ré, ou seja, uma situação que não pode ser resolvida para apenas um consumidor.”

A segunda refere-se a uma questão importante: é possível substituir estes canais por alguns equivalentes? O juiz diz que não. “Não é caso de determinar a substituição desses canais por outros, porque não há canais com conteúdo semelhante à disposição para distribuição. O caráter personalíssimo desse serviço específico impede tal substituição”.

A decisão é uma vitória das emissoras que formam o Simba. Cabe recurso à decisão.

Mauricio Stycer | UOL

Serie “Supernatural” e Scooby-Doo se encontrarão em episódio animado..


Junto a Sam e Dean Winchester, o cachorro desvendará mistério sobrenatural
Os irmãos Winchester terão uma ajudinha extra durante a 13ª temporada de Supernatural. O cão Scooby-Doo trombará com Dean e Sam em episódio animado da série, e desvendará com eles um caso, adivinhe, sobrenatural.
A novidade foi anunciada nesta quinta-feira pelos atores Jensen Ackles e Jared Padalecki, durante o painel da CW no Upfront — evento coletivo das emissoras de TV americana para apresentar seus planos para a próxima temporada. O canal é fã de crossovers inusitados, como o musical entre Supergirl e The Flash.
A 13ª temporada de Supernatural ainda não tem data definida de estreia, mas deve ser lançada ainda em 2017 nos Estados Unidos. O canal pago Warner Channel é responsável pela distribuição da série no Brasil.

Vice presidente da Record joga indireta as concorrentes e defende a SIMBA.


EXCLUSIVO: Douglas Tavolaro vice-presidente de jornalismo, respondeu rapidamente a TV Tudo, através de E-MAIL, quando foi questionado pela sobre a baixa audiência da Record, na guerra contra as operadoras de TV:
– “Qualquer um que entende de matemática básica, sabe que se um produto sai de alguma praça, o outro vai ter elevação de audiência. Nos estamos fora da SKY e Claro por hora e estamos sofrendo na capital paulista, e vamos sofrer em outras capitais até resolver esse problema. Quem está marcando 30 hoje, com certeza não marcará o mesmo depois do alinhamento da SIMBA, e o fim dessa dificuldade com as operadoras que faltam”. 

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No final complementou: – “Comemorar audiência agora em SP, sabendo que três das concorrentes não estão no páreo, é deprimente, e estamos com audiência em alta em outras praças, prova que a RecordTV mantém a qualidade”.

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Gustavo Vidal – Coluna Alternativa

13 Reasons Why: Seriado que aborda o lado negativo do bullying, mas não o do suicídio

É realmente deprimente o seriado. Se for mal interpretado, deixa de ser um meio de expor a realidade hipócrita da sociedade, para um meio de reforço e apoio ao suicídio. 
Não fica claro em nenhum momento que suicídio não é uma saída, aliás, embasa  ‘muito bem’ os motivos de comete-lo. 
A série é altamente não recomendado para jovens que sofrem de bullying, pois aos perdidos, podem ver no suicídio, a saída que precisava.

Os 32 anos desde estreia de “A Gata Comeu” – Sinopse, Audiência, Repercussão, Elenco…

Há 32 anos, estreou A GATA COMEU, que temos o prazer de rever no Viva. A novela está em sua reta final, e tenho algumas considerações. 

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É uma trama infanto-juvenil, ou seja, sem compromisso com verossimilhança, por isso releva-se tanta viajada no roteiro, afinal, é quase uma história lúdica. 

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Para mim, os melhores casais são Oscar-Ceição e Tetê-Gugu, me divirto muito! 

O pior casal é sem dúvida Edson-Lenita, insuportáveis, os dois, em todos os sentidos, desde o início. 

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Ivete mudou completamente de perfil e personalidade, é outra personagem. 

Paula era muito melhor como antagonista, mas acho divertido ela e Tony. 

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As crianças são ótimas, em especial Cuca e Adriana, duas gracinhas. Verinha sempre foi a mais fraca, mas reconheço que melhorou muito se comparada com o início. 

O romance entre Jô e Fabio não é isso tudo, a novela não se sustenta só com eles. Mas Torloni arrasa no papel.