Bolsonaro mostra sua faceta mais xenófoba

Bolsonaro mostra sua faceta mais xenófoba ao formalizar a saída do Brasil do Pacto de Migração da ONU. A medida, mesmo sendo recebida com muita apreensão por líderes e organizações que acompanham a crise migratória mundial, parece não preocupar de nenhuma forma o novo presidente, que dá declarações irresponsáveis e rasas sobre política externa, comparando a situação de migrantes e refugiados em situação de risco em seus países a visitas caseiras, dizendo que “não é qualquer um que entra em nossa casa”. Não ratificar o pacto significa deixar migrantes sem acesso à justiça, saúde, educação e informação e sem apoio e atendimento individual, além de estremecer a relação do Brasil com outros países, muitos dos quais há brasileiros vivendo e tendo seus direitos garantidos pela mesma legislação internacional que Bolsonaro escolhe desrespeitar.

O desmonte e o ataque aos direitos são absurdos!

10 dias de desastres do governo Bolsonaro. Veja a lista!

Resumão dos 10 primeiros dias do governo de Bolsonaro. Se lembrarem de mais coisas, por favor, postem nos comentários.
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– 30% das vagas deixadas pelos médicos cubanos continuam em aberto no Brasil. A pediatra Mayra Pinheiro, responsável pela área no Ministério da Saúde, está correndo atrás dos cubanos que não regressaram ao seu país, pedindo que voltem a se inscrever no programa, que agora se chamará Mais Saúde.

– Bolsonaro foi desautorizado a falar sobre economia por desconhecer o assunto.

– Queiroz e sua família até agora não apareceram para prestar esclarecimentos no Ministério Público. O ex-motorista de Flávio Bolsonaro, que mora em uma modesta casa, ficou internado e realizou cirurgia no Hospital Albert Einstein, em SP, um dos mais caros do Brasil. Flávio Bolsonaro também não quis comparecer ao MP para ajudar a esclarecer os fatos.

– Bolsonaro assinou um decreto aumento o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), mas foi desautorizado no mesmo dia pelo secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, que descartou a mudança.

– Bolsonaro voltou atrás na ideia da instalação de uma base militar dos Estados unidos no Brasil, após críticas das próprias Forças Armadas à iniciativa

– O homem da Casa Civil Onyx Lorenzoni reembolsou R$ 317 mil da câmara federal usando notas de uma empresa de um amigo, com numeração sequencial. Portanto, emitidas uma atrás da outra.

– O filho do vice-presidente Mourão ganhou uma promoção e um novo cargo por R$ 37 mil por mês e bônus de R$ 2 milhões após dois anos. E diferentemente do que sei pai falou, ele foi promovido oito vezes nos governos do PT, mas em nenhum dos casos teve um aumento tão alto. Muitos funcionários de carreira do Banco do Brasil, com histórico e formação melhor do que o do filho do vice-presidente, estão questionando a promoção.

– Depois da repercussão negativa, o novo presidente da Caixa que prometeu encarecer o custo dos juros de crédito imobiliário para classe média, voltou atrás e alegou que suas palavras foram distorcidas.

– Apenas 8 dias após a posse do presidente, o Ibama anulou multa de Bolsonaro, vigente há 6 anos, por pesca irregular em Angra dos Reis.

– Bolsonaro estabeleceu o novo salário mínimo a R$ 998, valor inferior aos R$ 1006 aprovados pelo Congresso Nacional. Tem gente que acha que R$ 8 não fazem diferença, mas o salário aumentou apenas R$ 44. São 18% a menos.

– Para diminuir a instabilidade do governo, Bolsonaro foi afastado do Twitter depois das confusões que arrumou. A conta foi assumida pela comunicação oficial. A presidente do Ibama pediu demissão após o presidente tuitar sobre contratos de locação de carros do órgão sem apontar qual seria a irregularidade

– O Governo voltou atrás (após o Estadão divulgar e a repercussão ser péssima) na proposta de edital que flexibilizava propagandas em livros didáticos, além de permitir a publicação sem referências bibliográficas e com erros de revisão e impressão. O edital previa ainda a retirada da obrigatoriedade das ilustrações que retratassem a diversidade étnica da população brasileira e da promoção da cultura e da história afro-brasileira, quilombola e dos povos indígenas, e diminuir o compromisso educacional no combate à violência contra a mulher.

Em 24h, Bolsonaro toma 17 medidas que prejudicam o povo brasileiro.

Não foi preciso esperar mais que um dia para que o presidente da extrema-direita deixasse claro para quem governará: para elite, para os interesses do mercado e para o governo dos EUA.
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Menos de 24 horas depois de assumir o comando do país, Jair Bolsonaro já colocou em prática seu projeto de governo que coloca em risco o povo brasileiro, a liberdade da população e a soberania nacional. Da posse até aqui, são ao menos 17 medidas que podem agravar ainda mais a crise iniciada após o golpe de 2016 e aumentar a violência contra pobres, negros e das minorias que tanto atacou durante sua vida parlamentar.
As decisões vão desde a redução do salário mínimoprevisto para 2019 até a disposição imediata para curvar-se aos interesses do governo dos EUA.
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Confira as 17 medidas de Bolsonaro contra o Brasil:
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1) Garfou 8 Reais do salário mínimo aprovado pelo Congresso.
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2) Extinguiu Secretaria da Diversidade, Alfabetização e Inclusão do MEC, para reimplantar o preconceito e impedir o ensino crítico;
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3) Proibiu a Funai de demarcar áreas indígenas, que agora será feita pelo Ministério do Agronegócio;
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4) Anunciou liberação a posse de armas e disse que vai tornar esse “direito” vitalício;
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5) Anunciou que vai impor a prisão de condenados em segunda instância, atropelando o STF;
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6) Extinguiu os ministérios do Trabalho, da Cultura, das Cidades, Esportes e Integração Racial; excluiu a população LGBTI das políticas públicas, que antes eram citados nas estruturas de Ministérios e Secretarias Especiais da Presidência.
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7) Esvaziou a Comissão da Anistia, remetendo-a para o Ministério da Damares;
8) Liberou as chefias do Itamaraty para nomeações políticas, quebrando uma tradição secular da diplomacia profissional brasileira;
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9) Anunciou que vai privatizar Eletrobras, apesar do veto do Congresso ao processo de capitalização da estatal;
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10) Comprometeu-se com os EUA para atacar Venezuela, Cuba e Nicarágua.
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11) Colocou a reforma contra os aposentados no topo da agenda de governo;
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12) Confirmou a transferência da embaixada brasileira para Jerusalém, mostrando que é submisso a Trump e ofendendo a comunidade árabe;
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13) Reprimiu seus próprios apoiadores na posse e censurou violentamente a cobertura da imprensa;
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14) Anunciou demissão sumária de servidores que criticaram suas políticas em redes sociais privadas;
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15) Esvaziou o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), que orienta o combate à fome e o Bolsa Família;

16) Acabou com o Conselho Nacional de Integração de Políticas de Transportes e tirou do Senado a aprovação dos diretores do DNIT
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17) Fez um acordão com os partidos políticos que ele tanto criticou, para que o PSL apoie a reeleição de Maia e ganhe cargos na Câmara.

Esquema envolvendo Flavio Bolsonaro na ALERJ, chega aos 200 milhões

Esquema de Flavio Bolsonaro na ALERJ, chega aos 200 milhões .
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Para traçar um padrão entre as movimentações financeiras, em parte utilizadas para pedir a prisão de funcionários da Alerj, o Coaf organizou os dados em uma lista com 22 nomes. O motorista de Bolsonaro é o 20.º no documento de 422 páginas que reúne informações sobre R$ 200 milhões em transações realizadas em contas de funcionários da Alerj. Na conta em nome de Queiroz, o Coaf identificou a movimentação de R$ 1,2 milhão no período de 12 meses.
O Coaf é a unidade responsável por monitorar e receber todas as informações dos bancos sobre transações suspeitas ou atípicas. Pela lei, os bancos devem informar qualquer transação que não siga o padrão do cliente. Quando a transação é em dinheiro, o banco informa sempre que o valor for igual ou superior a R$ 50 mil.

Exame Abril

Publicitário diz como derrotar Bolsonaro na eleição de 2018.

Redator publicitário diz como derrotar Jair Bolsonaro na eleição de 2018.
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O redator Lucio Caramori fez um ótimo texto no Twitter sobre como lidar com Bolsonaro nessas eleições.
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“Resolvi usar minha experiência como redator publicitário e de campanhas eleitorais pra escrever um pequeno guia aqui: COMO DERROTAR JAIR #BOLSONARO NAS ELEIÇÕES 2018. Veja bem: é a forma como EU vou abordar o assunto. Sinta-se à vontade para fazer ou não.

Primeiro e MAIS IMPORTANTE ponto: a luta não é para mudar a opinião dos Bolsonaristas. É PARA GANHAR OS INDECISOS. Desista de mudar o voto de quem age por ódio, e não razão. Melhor mostrar a quem não decidiu ainda o quanto a opção Bolsonaro é um retrocesso perigoso.

Por mais absurdo que seja, os comportamentos RACISTA, HOMOFÓBICO, VIOLENTO do candidato não me parecem os melhores argumentos contra ele. Infelizmente, existe uma tendência mundial em relevar essas atitudes. O que interessa é SEGURANÇA, EMPREGO, SAÚDE.

O argumento que ele não fez NADA pela segurança do Rio de Janeiro em 30 anos de mandato vai ser mais eficaz do que comentar que ele espancaria o próprio filho se fosse gay. Porque ele sempre se vendeu como pulso firme contra a violência e não como defensor de minorias.

Um tema que acho que pode ser uma exceção é o comportamento MISÓGINO dele. Mas, mesmo assim, me refiro à gravação onde ele diz que mulheres merecem ganhar menos no trabalho. Em uma época de crise dessa, nenhuma mulher escuta isso e acha bonito.

Esqueça essa bobagem de “Não fale do bicho papão que ele desaparece”. Os eleitores deles vão continuar berrando, espalhando ódio e convencendo os indecisos no grito. Precisamos ser uma voz CONTRÁRIA, DETERMINADA, LÚCIDA e INFORMATIVA. O silêncio, nesse caso, será nossa derrota.

Não saia do grupo de WhatsApp da Família, do Trabalho, do Prédio, do Clube por causa de radicais Bolsonaristas. Seja o contraponto. Seja a pessoa que combate as fake news com informação, que aponta o radicalismo, a hipocrisia, as promessas sem planos.
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E uma sugestão valiosa:
Esqueça a IRONIA, o SARCASMO. As pessoas entendem isso como prepotência. O que está acontecendo é muito sério e os indecisos precisam entender isso. Deixe para os Bolsonaristas a pecha de “zueiros” e aponte o dedo para eles para falar como essa “zueira” pode acabar com o país.

Esse último ponto tem muito a ver com minha lembrança de um debate entre o Cristovam Buarque e o Joaquim Roriz na minha cidade natal, Brasília. Cristovam ironizou o jeito tosco de Roriz falar. E isso pegou muito mal com o eleitorado mais simples.

Outra sugestão: não aponte um outro candidato. Mostre como a preocupação maior é não permitir a eleição de Bolsonaro. Se ele cair no 1º turno, o segundo será entre duas visões de Brasil. Aí sim, cabe discussão. Bolsonaro não tem visão nenhuma.

Bolsonaro é uma ameaça SIM e não acredite em quem diz o contrário. #Trump se elegeu por descuido de formadores de opinião que achavam sua candidatura um espetáculo para a mídia. 30% nas intenções de voto não é pouca coisa e brasileiro adora prestar atenção em quem está na frente.

Bolsonaro PRECISA ser derrotado no primeiro turno. E precisa cair MUITO para ter pouca influência no segundo. Acho que ele é a maior ameaça que a nossa democracia já enfrentou nesses 30 anos. E deve ser encarado como tal.”

Liderança de Lula no Ibope e Datafolha, desmoraliza imprensa.

Liderança De Lula nas pesquisas escancara o descrédito da Globo e da justiça partidária.
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Por Redação Click Política Em 22 ago, 2018

POR JOAQUIM DE CARVALHO DO DCM:

Este é o dado mais importante da pesquisa Dafafolha divulgada hoje: #Lula cresceu, mesmo estando preso e sem poder gravar vídeo, apenas se comunicando por cartas, como se fosse encarcerado da Idade Média.

Na pesquisa Datafolha divulgada no dia 10 de junho, ele tinha 30%, 9% a menos. Houve crescimento de fato, com variação fora da margem de erro, o que significa que ele atraiu novos eleitores.

Com os demais candidatos, isso não acontece. Jair Bolsonaro, por exemplo, tinha 17% em junho e agora tem 19%, uma variação dentro da margem de erro.

Os demais candidatos também patinam no índice de preferência que vêm registrando nas últimas consultas, apesar da alta exposição.

Além de participarem dos debates, eles são acompanhados por uma equipe da TV Globo em eventos de campanha.

A emissora fez um acordo com os partidos: os cinco primeiros colocados nas pesquisas aparecem todos os dias nos telejornais.

Lula tem um tratamento diferenciado: todos os dias, os apresentadores da Globo lembram que não podem cobrir seus eventos de campanha porque ele está preso, “condenado por corrupção e lavagem de dinheiro”.

Isso é repetido todos os dias, nos quatro telejornais de alcance nacional da emissora. E o que acontece? Lula cresce nas pesquisas.

Já conquistou praticamente metade dos eleitores. Imagine-se como estaria sua popularidade se pudesse se comunicar diretamente com os brasileiros.

É um fenômeno, não apenas pelo carisma — no caso atual, o carisma dele está na mente das pessoas.

Sua liderança nas pesquisas decorre da memória que o brasileiro tem do seu governo, com realizações que melhoraram a vida das pessoas, e do fracasso do programa implantado pelo governo que retirou Dilma do poder.

Em outras palavras, sua liderança é resultado da força dele próprio e do fracasso do golpe.

Não adianta a Globo jogar seus holofotes para ministros do Supremo, a procuradora Raquel Dodge, o TSE, Sergio Moro, TRF-4, seus comentaristas, todos dizendo a mesma coisa, pau no Lula.

Ele continuará crescendo.

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Tudo indica que será barrado e não poderá disputar as eleições, em mais um ato de violência institucional, mas, com a força demonstrada até aqui, deve transferir votos para Fernando Haddad e Manuela D’Avila.

E por quê?

Porque Lula encarna a ideia do tempo presente, em que o combate à desigualdade social é a prioridade número 1, até para quem quer um mercado maior e, com isso, possa ganhar mais dinheiro.

O povo sabe e, por isso, ignora a campanha de guerra da mídia.

Já entende que a perseguição a Lula pode beneficiar uma pequena parte da sociedade, mas é ruim para o Brasil.

Enquanto isso, a Globo continuará divulgando a campanha dos demais candidatos que, a rigor, à exceção de Jair Bolsonaro, são todos nanicos — têm um dígito apenas.

Isso faz da cobertura das eleições pela mídia tradicional uma cobertura nanica.

Pode ser divertida, com as manifestações do Cabo Daciolo, mas todo mundo sabe que não é para valer.

O candidato que o metade do Brasil quer está trancado, resultado de uma condenação sem prova e descrição de conduta criminosa.

A seguirem nesta marcha, as instituições brasileiras serão as grandes derrotadas desse processo eleitoral.

Sairão nanicas como os candidatos que habilitam.

Em vez de nos representarem e assegurarem a paz, as instituições decidiram brigar com o Brasil, incorporando o espírito de Sergio Moro.

Tiveram uma vitória efêmera.

Mas não vão triunfar, e a imagem que ficará de seus representantes é a de Cármen Lúcia e Raquel Dogde balançando os quadris, de braços abertos, cantando:

“Não deixe o samba morrer…”

Milhares estarão presentes em ato de registro da candidatura de Lula Presidente

MOVIMENTOS SOCIAIS
Eu sou Lula!
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Movimentos sociais preparam grande marcha que chegará dia 15 de agosto em Brasília, data em que ex-presidente será oficializado na disputa eleitoral

02/07/2018 18h52 – atualizado às 19h12

Brasília será o palco de mais uma data histórica para milhões de brasileiros e brasileiras em 15 de agosto, dia em que Lula será oficializado na disputa à Presidência da República. Para acompanhar o registro do nome do ex-presidente junto à Justiça Eleitoral,movimentos sociais, partidos de esquerda e centrais sindicais preparam uma marcha que deve sair da cidade de Luziânia três dias antes e terminar com grande ato na capital federal.

A expectativa é que milhares de pessoas, entre representantes de movimentos sociais, comunidades campesinas, artistas e líderes políticos e sindicais acompanhem o trajeto de cerca de 60 Km entre as duas cidades. “Queremos convocar todos aqueles que acreditam na inocência do Lula e que estão na luta contra o golpe e os ataques à democracia. A marcha é um recado de paz para o Brasil”, explica Alexandre Conceição, um dos organizadores do ato e que pertence à coordenação Nacional do MST.

Uma grande mobilização como esta mostra o tamanho da força popular em torno da pré-candidatura de Lula que, mesmo perseguido pela mídia e preso político desde 7 de abril, lidera todas as pesquisas já divulgadas. O povo já escolheu Lulacandidato e vai mostrar sua força durante a caminhada que culminará no registro no TSE.

Ciente do quão importante foram os governos de Lula para as causas do campo, Conceição torce pelo retorno do ex-presidente para acabar com os retrocessos do ilegítimo Michel Temer: “Todo mundo sabe que o único que pode colocar o Brasil de novo nos eixos é Lula. Com ele, os trabalhadores do campo tiveram pela primeira vez a atenção do governo e puderam melhorar as suas vidas. Agora tudo o que conquistamos está ameaçado. Por isso temos que mostrar todo o nosso apoio a ele no dia do registro”.

O coordenador da Central de Movimentos Populares (CMP), Raimundo Bonfim, vê no ato mais uma prova de que o povo não aceita mais os desmandos do governo ilegítimo de Michel Temer. “Só Lula terá coragem de revogar os muitos retrocessos feitos pelo golpista Temer em tão pouco tempo. Por isso é importante mostrar que o povo não aceita mais medidas como a reforma trabalhista, a entrega do pré-sal entre muitas outras coisas que prejudicaram diretamente a população”, opina Bonfim.

Para a vice-presidenta Nacional da CUT, Carmen Foro, além do peso simbólico de sair às ruas em defesa de um candidato que lidera todas as pesquisas mesmo mantido como preso político, o ato também é estratégico. “Não há como fazer justiça sem ouvir o que o povo quer. E as propostas de Lula estão em sintonia com o desejo da maioria. No ato, vamos estar todos juntos nas ruas de Brasília em sua defesa”, espera.

A presidenta Nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, defendeu a mobilização para registrar a candidatura de Lula. “É muito importante a movimentação que estamos fazendo aqui fora pela afirmação da candidatura de Lula. Queremos reunir milhares de pessoas no dia e, junto com o povo, confirmá-lo na disputa”, conta Gleisi.

Sobre o encontro recente que teve com Lula em Curitiba, Gleisi tratou de animar a militância. “Ele está com a cabeça ótima, com a saúde de um garoto de 25 anos. Mais do que indignado pela atuação doJudiciário ele está preocupado com a situação do Brasil. Das crianças brasileiras, com a falta de autonomia do governo, a soberania do país, com a falta de respeito perante o mundo, com a economia. O povo tem que voltar a ter confiança. É isso que ele quer. O povo sabe porque nós já fizemos isso”, conclui a presidenta.

Por Henrique Nunes da Agência PT de Notícias