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Marilia Pêra morre aos 72 anos, após luta contra câncer nos pulmões

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Morreu, às 6h da manhã deste sábado (5), a atriz Marília Pêra.

Ícone da TV brasileira, Marília sofria com câncer no pulmão havia dois anos e morreu ao lado da família, em sua casa, no Rio de Janeiro, informa a Rede Globo em comunicado oficial.

Ela deixa os filhos Ricardo Graça Mello, Esperança Motta e Nina Morena e o marido Bruno Faria.

O velório será na sala Marília Pêra, do Teatro Leblon, a partir de 13h. O enterro será às 16h, no cemitério São João Batista, em Botafogo, na zona sul do Rio.

Diva do teatro e da televisão brasileira, a atriz trabalhou em mais de 50 peças, quase 30 filmes e cerca de 40 novelas, minisséries e programas.

Atualmente, estava no elenco da série Pé na Cova, na qual interpretava Darlene, mulher do personagem de Miguel Falabella, grande amigo e parceiro da atriz na TV e no teatro.

Além do seriado, Marília também se dedicava ao projeto de um novo CD, com músicas de Tom Jobim, Johnny Alf, Dolores Duran e de Kurt Weill.

Vida e carreira

Marília Pêra nasceu em 22 de janeiro de 1943, no Rio de Janeiro, no seio de uma família de artistas, verdadeiros operários do teatro desde o fim dos anos 30.

A primeira da família a atuar foi Antônia Marzullo, que levou as filhas para os palcos: Dinah e Dinorah. Envolvidas com o universo do teatro, as duas se casaram, respectivamente, com o escritor Nestor Tangerini e com o ator Manuel Pêra. Do relacionamento de Dinorah e Manuel nasceram Marília e Sandra, que seguiram a tradição familiar e também se tornaram atrizes.

A estreia de Marília Pêra nos palcos não poderia ser mais precoce. Ela se deu embalada no colo de uma atriz, amiga de sua mãe, quando Marília tinha menos de 20 dias de vida. Era preciso um bebê para a cena e, nesse momento, surgia a grande estrela dos palcos brasileiros.

Aos quatro anos, a atriz já trabalhava na companhia de Henriette Morineau e fez sua estreia em Medeia, de Eurípedes, interpretando uma das filhas da personagem principal.

Ainda criança, Marília começou a estudar piano e balé por incentivo do pai que, sabendo das dificuldades da carreira de ator, ainda tentava evitar que a filha seguisse pelo mesmo caminho. Por conta disso, ela chegou a dançar em musicais como My Fair Lady (1962), protagonizado por Bibi Ferreira, e O Teu Cabelo Não Nega (1963), interpretando um dos papéis que repetiria ao longo da carreira: Carmen Miranda. Também chegou a se apresentar como dançarina na TV Tupi.

O primeiro marido de Marília foi o ator Paulo Cesar da Graça Mello (1940-1969). Do relacionamento, nasceu o primeiro filho da atriz, Ricardo Cesar da Graça Mello, que é ator e músico. Quando se separou, foi contratada pelo diretor Abdon Torres, em 1965, para fazer parte do primeiro elenco da Globo e já começou como protagonista, em Rosinha do Sobrado.

A partir de então, Marília se tornou uma das artistas mais respeitadas do Brasil, passando por várias emissoras. Atuou em Beto Rockfeller, na TV Tupi, Uma Rosa com Amor, Malu Mulher, Brega & Chique, Primo Basílio, Rainha da Sucata, Meu Bem Querer, Os Maias, entre outras, todas na TV Globo, O Campeão, na TV Bandeirantes e, ainda, Mandacaru, na TV Manchete.

Em O Primo Basílio, de 1988, adaptação de Gilberto Braga e Leonor Brassères de Eça de Queiroz, a atriz encarou um dos trabalhos mais difíceis e elogiados de sua carreira, a implacável Juliana.

Marília também colecionou interpretações de personagens icônicos como a já mencionada Carmen Miranda, que voltou a imitar em A Pequena Notável (1966), A Tribute to Carmen Miranda, no Lincoln Center, em Nova York (1975), A Pêra da Carmen (2005) e Marília Pêra Canta Carmen Miranda (2005). Ela também já encarnou Dalva de Oliveira, Maria Callas, Coco Chanel e Sarah Kubitschek.

No cinema fez filmes de Cacá Diegues como Dias Melhores Virão e Tieta do Agreste, mas também atuou em Central do Brasil, O Viajante, Bar Esperança e Polaroides Urbanas, com o amigo Miguel Falabella. Pixote, de Hector Babenco, também é um dos títulos que faz parte da história da atriz.

Marília Pêra também é escritora e diretora de teatros e shows. Desde 2013, atuava no seriado Pé na Cova, da Globo, como Darlene. No Carnaval de 2015, ganhou uma homenagem da escola de samba Mocidade Alegre, em São Paulo. O samba-enredo Nos Palcos da Vida… Uma Vida no Palco: Marília rendeu o vice-campeonato para a agremiação paulistana, que só perdeu para a Vai-Vai, que no mesmo ano homenageava a cantora Elis Regina.

A atriz também é mãe de Esperança e Nina Morena, que são frutos do segundo casamento, com o jornalista e compositor Nelson Motta. Desde 1998 estava casada com o economista Bruno Faria.

R7

Globo paralisa prêmio do ‘BBB’ e Boninho se afasta cada vez mais do reality

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Cézar Lima foi o vencedor do ‘BBB 15’

Mesmo em ano de crise, a Globo está apostando na força de um de seus maiores sucessos comerciais, o “Big Brother Brasil”.

O KTV apurou que a 16ª do reality irá ao ar de 19 de janeiro a 5 de abril de 2016. A emissora colocou à venda seis cotas de patrocínio nacional do reality, a preço de tabela de R$ 31,9 milhões cada. Em relação as cotas da edição passada, o preço do patrocínio do programa subiu 7%, bem menos do que nas edições anteriores, em que os aumentos variavam entre 10% e 15% de um ano para o outro.

Os patrocínios do “BBB 15” foram negociados ao preço de tabela de R$ 29,8 milhões cada, somando um faturamento de R$ 178,8 milhões (sem contar descontos). A próxima edição pode chegar a R$ 191,4 milhões só em patrocínios.

Mas se o faturamento pode crescer, o mesmo não será repassado ao prêmio do ganhador, que seguirá congelado em R$ 1,5 milhão. Desde de 2010 a Globo não aumenta o valor da premiação do ‘Big Brother Brasil’.

Pedro Bial se mantém no comando da atração, e a direção ficará a cargo de Rodrigo Dourado. Boninho acompanhará mais longe, como diretor de núcleo. Boninho, que dirige um núcleo com vários programas de entretenimento no canal, já tinha avisado que aos poucos iria se afastando mais do ‘BBB’, delegando mais funções na direção do programa.

A nova edição terá 12 participantes confinados, com a rotina de tarefas domésticas, provas de eliminação, disputas de liderança e festas.

Casas de vidro em locais de acesso público para a escolha de novos participantes foram descartadas da nova edição.

A escolha dos candidatos ganhou um recurso a mais. Além de olheiros, inscrições pela web e seletivas em vários Estados, a Globo criou bancas virtuais, em que realiza entrevista com possíveis candidatos via online.

As dias de provas, festas e eliminações não devem sofrer alterações. Cinema do líder, às segundas-feiras, paredão, às terças, festas, às quartas e sextas, prova do líder, às quintas, prova do anjo, aos sábados e votação para o paredão, aos domingos.

O programa também terá um aplicativo especial para a participação interativa do público e ações especiais no Twitter.

R7

Humorista Dani Calabresa sofre acusação de plágio de Fábio Porchat

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A vida de Dani Calabresa não anda muito fácil. Praticamente escondida no “Zorra”, da Globo, a humorista teve agora uma campanha publicitária estrelada por ela suspensa pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar).

O órgão decidiu nesta semana tirar do ar a campanha de um aplicativo de delivery de comidas que tem a mulher de Adnet como garota-propaganda.

O processo 219/15, de autoria da concorrente iFood, acusa a empresa Pedidos de Já (contratante de Calabresa) de plágio na campanha estrelada pela humorista.

Segundo a entidade, o iFood afirma que os comerciais do aplicativo Pedidos Já seriam plágio de sua campanha publicitária protagonizada pelo ator Fábio Porchat. A campanha suspensa, que estreou dias atrás, fazia trocadilho com o sobrenome de Calabresa em situação de um pedido de pizza pelo telefone.

Nos comerciais estrelados por Porchat, o ator brinca justamente com os trocadilhos no pedidos de comida.

O caso ainda será julgado na reunião de ética do Conar, mas ainda não há data definida para uma decisão final. Enquanto isso, o comercial segue suspenso.

Programa ‘É de Casa’ desaba em audiência e Globo pode dispensar apresentadores

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Time original do’ É De Casa’ pode ser desfalcado

A Globo já se prepara para fazer mudanças drásticas no “É de Casa”, a atração matinal aos sábados, que continua perdendo audiência.

Ontem (28), segundo dados prévios, o programa ficou em terceiro lugar em audiência durante quase uma hora, perdendo para SBT e Record no horário.

O programa chegou a despencar para 4,8 pontos de audiência, enquanto SBT e Record se revezavam na liderança com audiência entre 6 e 7 pontos.

A situação do “É de Casa” é alarmante. Tanto é que a Globo planeja mudar uma pouco o enfoque da atração e reduzir o número de apresentadores. Uma das ideias é dar mais espaço para o jornalismo e diminuir as pautas voltadas para as donas de casa.

Atualmente, Zeca Camargo, Cissa Guimarães, Ana Furtado, Tiago Leifert, André Marques e Patrícia Poeta se revezam no comando do programa. André e Patrícia estão entre os mais queridos pelo público, enquanto Leifert e Zeca recebem muitas críticas nas redes sociais.

Para 2016, alguns apresentadores podem ser dispensados ou substituídos, e a duração do programa também pode ser reduzida.

Na produção é fato que alguns dos apresentadores do programa estão insatisfeitos e dispostos a sair para embarcar em outros projetos.

SBT perde o fôlego perante a Record e vê sua audiência despencar

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Parece de depois do fenômeno “Os Dez Mandamentos”, o SBT perdeu o fôlego no horário nobre, que nem o “Programa do Ratinho ” consegue a vice-liderança com tanta facilidade. As produções bíblicas da emissora, tem sido a dor de cabeça para Silvio Santos, até porque nem aquele sucesso de “Carrossel” e “Chiquititas” respectivamente 16 e 13 pontos, não esta se repetindo com “Cúmplices de Um Resgate”, que vem amargando os 8 a 10 pontos na Grande São Paulo, e em outras capitais onde fechava com mais de 11, vem colhendo resultados piores. Sendo assim a pior audiência entre as produções infantis. Até o “Jornal da Record”, tem fechado acima dos 12 pontos, devido aos bons resultados, da atração anterior.

O SBT, já pensa em uma atração adulta para o horário, seguido da drama infantil, mas nada foi definido por hora. Depois do fim de “Os Dez Mandamentos”, as concorrentes pensaram que iam respirar mais aliviadas, mas a reprise de “Rei Davi” vem mantendo altos índices.

Segundo o Ibope, a Record tomou a dianteira de 2.0 pontos a frente do SBT, nos resultados de média dia.

 

Gustavo Vidal Blog TV Tudo Inferno TV TVT

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‎Globo‬ diminui salários milionários e regalias de ‘autores estrelas’

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Primeiro time da Globo: Aguinaldo, João Emanuel, Glória Perez, Manoel Carlos, Silvio de Abreu (chefão da dramaturgia) e Gilberto Braga

Donos dos maiores salários da Globo, o primeiro time de autores da emissora, papas da dramaturgia como Aguinaldo Silva, Gilberto Braga, Manoel Carlos e João Emanuel Carneiro, pode perder as suas regalias

Enredos desgastados, erros e perdas de audiência da dramaturgia da Globo estão fazendo a direção da emissora rever os benefícios de alguns dramaturgos e, ao que tudo indica, o reinado inabalável dos “autores estrelas” está chegando ao fim.

Segundo fontes do canal, a intenção da Globo é investir cada vez mais em novos autores como Thelma Guedes, Elizabeth Jin, Duca Rachid, Daniel Ortiz, revezando os autores em vários horários de novelas da Globo.

Há os que defendam também uma equiparação de salários entre os dramaturgos da rede. Entre esse primeiro time de autores da Globo há quem receba mais de R$ 1 milhão por mês de salário. Entre outras estrelas do canal, somente Faustão e Galvão Bueno estão na casa desses salários milionários.

Autores‬ mais novos, que conseguem muitas vezes mais sucesso em audiência do que os já consagrados, recebem entre 10% e 20% desse valor, entre R$ 100 mil e R$ 200 mil mensais. A diferença é gritante.
Isso sem contar que esse “segundo time” de autores costuma dar menos trabalho para a emissora. Faz menos exigências, não briga por elenco e não sai distribuindo farpas em entrevistas e redes sociais.

Outra regalia que já está sendo cortada é o excesso de colaboradores. Alguns autores que recrutam até oito colaboradores que os ajudam a escrever uma novela. São raras as exceções, como Glória Perez, que não gosta de trabalhar com colaboradores. A ideia agora é que cada dramaturgo trabalhe com uma equipe mais reduzida. Colaboradores estão sendo dispensados.

As mudanças devem causar confusão entre os autores mais velhos. Administrar esse time talentoso e genioso não é tarefa fácil.

TV brasileira dedica quase 34 horas aos atentados na França; TV ‪Globo‬ e Record lideram a cobertura

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Atentados na França dominam noticiários na ‪#Brasil‬ e no mundo

As emissoras abertas brasileiras dedicaram, juntas, nos últimos quatro dias, quase 34 horas a cobertura dos atentados terroristas na França.

Segundo levantamento da Controle da Concorrência, que monitora inserções comerciais para o mercado, nos dias 13, 14, 15 e 16, Globo, Record, RedeTV!, Band e SBT falaram sobre os ataques terroristas em território francês por 33h58.

A Globo foi a emissora que mais dedicou tempo ao assunto. Foram 12h42 durante os quatro dias, sendo que a maior cobertura coube justamente a um programa de variedades, o matinal “É de Casa”, que ficou 2h12 no sábado (14) cobrindo os atentados.

O “Jornal Nacional” reservou 1h57 minutos ao tema no período. O último “Fantástico” foi praticamente todo tomado pelos atentados, dedicando 1h27 ao assunto.

A Record tratou dos ataques terroristas na França por 9h10 do dia 13 ao dia 16. O “Jornal da Record” foi o que mais concedeu espaço para o tema, cerca de 2h20. Na sequência vem o “Fala Brasil”, com 2h05, e o “Cidade Alerta”, com 1h56.

Na Band, os ataques tomaram 6h53 da programação, sendo que 1h52 foi do “Canal Livre”. Datena não ficou de fora, e por 1h30 tratou dos atentados na França em seu “Brasil Urgente”. No “Jornal da Band”, a cobertura somou 1h14.

A Rede TV! também acionou o seu jornalismo e dedicou no período 3h27 ao assunto. A cobertura tomou 1h35 do “RedeTV!News”, e 1h06 do matinal “Melhor Pra Você”.

O SBT foi a emissora que menos cobriu os atentados, com apenas 1h44 minutos dedicados ao assunto de relevância internacional.

O “Jornal do SBT” trouxe 52 minutos de reportagens sobre os ataques terroristas na França, que devem seguir tomando os noticiários do Brasil e do mundo nos próximos dias.

As emissoras abertas brasileiras dedicaram, juntas, nos últimos quatro dias, quase 34 horas a cobertura dos atentados terroristas na França.

‘Jornal da Globo’ cresce 68% com ataques terroristas na França.

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Na corrida por informação dos atentados terroristas que atingiram Paris (França) o jornalismo televisivo em geral investiu pesado no tema durante o fim de semana.

Mas, um dos maiores crescimentos de audiência com o assunto veio no “Jornal da Globo” de sexta-feira (13), data em que ocorreram os ataques.

No frescor da informação, o noticiário comandado por William Waack mandou muito bem na cobertura, atingindo média de 13,8 pontos. Teve um crescimento de cerca de 68% em relação as semanas anterior. A média do noticiário geralmente fica na casa dos 8,2 pontos.

Cada ponto equivale a 67 mil domicílios na Grande São Paulo.

Praticamente todo tomado pela cobertura dos ataques na França, o “JG” ainda não tinha muitos detalhes sobre as origem do atentado, mas o noticiário foi muito bem conduzido por William Waack, que mostrou que o seu preparo faz diferença em uma cobertura dessa magnitude.

O “Fantástico” também viu sua audiência subir com a cobertura dos ataques. Registrou ontem (15) média de 21, 2 pontos, ante 19,7 pontos do domingo anterior, dia 8.

Os Dez Mandamentos‬: Globo falha e ‪Décima Praga‬ vence ‪”Jornal Nacional”‬ e ‪#”A Regra Do Jogo”‬

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Novo recorde, mais uma vitória sobre a Globo. A novela Os Dez Mandamentos teve uma segunda-feira milagrosa.

Em São Paulo, principal praça de aferição do Ibope, a trama bíblica registrou a maior audiência desde a estreia: média de 24.6 pontos.

No embate contra o Jornal Nacional e os primeiros doze minutos de A Regra do Jogo, o folhetim da Record ficou quase três pontos à frente da concorrente.

Ontem, Os Dez Mandamentos também conquistou a liderança em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro.

Falha tática

A Globo recorreu à estratégia de esticar o Jornal Nacional até 21h30 — quinze minutos além do previsto na programação informada no site da emissora.

Esgotado o noticiário factual de política e economia, o telejornal exibiu matérias pitorescas, como a produção de rosas na Argentina.

Com os titulares William Bonner e Renata Vasconcellos de folga, a bancada do JN teve Alexandre Garcia e Ana Paula Araújo.

Na concorrente, a trama bíblica levou ao ar o capítulo de introdução à décima praga, a qual provocará a morte do primogênito de todos os egípcios não rendidos ao Deus dos hebreus.

A autora Vivian de Oliveira usou tensão gradativa durante mais de uma hora até finalmente começar o fenômeno nos momentos finais do capítulo, encerrado às 21h42.

Neste horário já estava no ar, na Globo, A Regra do Jogo, com um capítulo anunciado como decisivo.

O mocinho revoltado Juliano (Cauã Reymond) finalmente descobriu a vilania do pai herói Zé Maria (Tony Ramos). Porém o esperado confronto entre eles ficou para hoje à noite.

UOL

Globo, SBT e Band escondem pesquisa em que Aécio tem 51% e FHC 55% de rejeição

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A pesquisa mostra que o grau de desaprovação vai dos 46% de Eduardo Cunha, passando por Aécio (51%), Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer (ambos com 55%), Renan Calheiros (57%) e Marina Silva (47%). Os índices só não são maiores por causa do desconhecimento de alguns nomes, o que levou, por exemplo, 46% dos entrevistados a não terem opinião formada sobre Eduardo Cunha.

A crise na representação política, evidenciada em pesquisa divulgada pelo Ibope esta semana pela rejeição aos políticos também foi comprovada pela Ipsos Public Affairs, especialista em pesquisa social e reputação corporativa. Se a imprensa golpista comemora o desgaste de Lula, que esta sendo massacrado diariamente nas páginas dos jornais, os políticos admirados e adorados pelos donos da imprensa também não estão agradando a população brasileira

Os dados da pesquisa Ipsos Public Affairs – Pulso Brasil – contratado pela FIESP/CIESP, revelam que o problema não se restringe à administração da presidente Dilma. “Há um grau significativo de desconhecimento e desaprovação generalizada de todas as figuras políticas do cenário nacional, notadamente uma aprovação especialmente baixa dos representantes máximos do Poder Legislativo”, mostra o levantamento.

A Ipsos, em retrospectiva de dez anos da pesquisa, apurou que entre os brasileiros voltou a crescer a percepção de que os problemas econômicos devem ser resolvidos em primeiro lugar, e que as questões sociais voltam a ser secundárias. Até por isso, por saber que rico não tolera políticas sociais,o aliado do senador Aécio Neves, e o relator de Orçamento de 2016 do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR), está cogitando acabar com o Bolsa Família.

Dessa forma, saem questões que levaram a eleição do governo atual e voltam à pauta de reivindicação, fatores que definiram o pleito eleitoral na década de 90.

Além disso, a exigência por transparência ganha relevância, visto que pela primeira vez em dez anos, mais de um em cada dez brasileiros consideram que o principal problema a ser resolvido no Brasil é a corrupção (14% da população).

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Prévia: Novela “Os Dez Mandamentos” garantiu a liderança em audiência e vence “A Regra do Jogo”, nesta quinta-feira – (29/10)

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Por Luiz Nunes

Prévia – Os Dez Mandamentos” garantiu a liderança isolada com 21.4 pontos de média contra 20.3 da principal concorrente. No mesmo horário a emissora C marcou 10.6 pontos de média, e a emissora D marcou 2.1 de média.
Confrontos diretos:


ODM 21 X 20 JN
ODM 23 X 21 A Regra do Jogo

 

RBS/Globo protegem e blindam as ‘contas’ de Nardes

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O ministro Augusto Nardes ganhou os seus minutos de fama nesta semana ao propor a rejeição das contas do governo Dilma. Seu frágil relatório, aprovado por unanimidade no anódino Tribunal de Contas da União (TCU), foi motivo de festança para os convidados especiais da sessão – entre eles, o fascista mirim Kim Kataguiri, o jagunço Paulinho da Força e vários parlamentares do PSDB, DEM e PPS. A mídia também deu destaque para a decisão “histórica”, afirmando que ela reforça a cavalgada pelo impeachment da presidenta. Todos os golpistas elegeram Augusto Nardes como o herói da semana. Mas a bajulação não vai durar muito tempo. Nesta semana, a Operação Zelotes confirmou que o “ético” ministro está metido num bilionário esquema de fraude fiscal no Rio Grande do Sul. Ele teria facilitado as mutretas da RBS, a afiliada da TV Globo no Estado.

Documentos apreendidos pela Polícia Federal revelam que Augusto Nardes ainda era um dos donos da empresa Planalto Soluções quando ela fechou parceria com uma das principais firmas de consultoria envolvidas no escândalo do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais. Segundo reportagem da Folha deste sábado (10), a empresa do ministro foi contratada pela SGR Consultoria, pertencente ao ex-conselheiro do Carf, José Ricardo da Silva, alvo das investigações da Operação Zelotes sobre a compra de decisões no órgão que analisa recursos contra multas. Augusto Nardes foi sócio da Planalto Soluções até maio de 2005. Seu sobrinho, Carlos Juliano, ainda é sócio da empresa.

A SGR é investigada por atuar em defesa da RBS – afiliada da Globo no Rio Grande do Sul e Santa Catarina –, que disputava no Carf a possibilidade de reduzir as multas aplicadas pela Receita Federal. Segundo as investigações, em 2011 a RBS pagou R$ 11,9 milhões para a SGR, que repassou R$ 2,55 milhões à Planalto entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012. Os pagamentos coincidem com a vitória da RBS em um processo no Carf. E-mails enviados pela secretária da SGR ao dono da empresa mencionam pagamentos ao “Tio” e reforçam a suspeita de que Augusto Nardes recebeu pelos serviços prestados R$ 1,6 milhão. Já seu sobrinho Carlos Juliano abocanhou R$ 900 mil.

Ainda de acordo com a Folha, tão generosa no tratamento dos seus aliados pontuais, o ministro do TCU afirma que desconhece os “supostos” depósitos, nega a prática do crime de tráfico de influência e garante que “não assinou nada com a RBS”. Como álibi, Augusto Nardes argumenta que deixou a empresa Planalto Soluções em 2005. Ocorre que os documentos vazados confirmam que a RBS contratou a SGR em março deste mesmo ano e que esta, por sua vez, subcontratou na sequência a firma do impoluto ministro. A saída de Augusto Nardes do seu quadro societário só ocorreu em maio de 2005, 42 dias após o contrato com a SGR. Será que o servicinho prestado à RBS ajuda a explicar porque a TV Globo deu tanto destaque à “votação histórica” no TCU?

Sobre a patética rejeição das contas do governo Dilma vale conferir o excelente artigo de André Singer, publicado neste sábado na Folha:

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Falso brilhante

A operação cênica do Tribunal de Contas da União, encerrada minutos antes de começar o “Jornal Nacional”, merece entrar para a história dos escândalos políticos-midiáticos. Um órgão de assessoria parlamentar que se passa por corte para, em dizeres altissonantes, condenar unanimemente, e em rede de TV, a presidente da República por “desgovernança fiscal”. Pode ser que o impeachment não prospere nunca, mas do ponto de vista ideológico Dilma Rousseff foi impedida na noite de quarta (7).

Os fundamentos objetivos da condenação, no entanto, passam batidos. Desculpe-me o leitor por obrigá-lo a assunto tão árido, porém não há outro modo de abordar o tema. Tomarei apenas um exemplo, referente às supostas “pedaladas fiscais”, para indicar como as evidências são fracas.

Vazado em linguagem cifrada, o voto do relator busca fixar a ideia de que em 2014 a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) teria sido burlada de maneira criminosa por meio das pedaladas. Como prova, menciona-se a páginas tantas que as contas relativas à Bolsa Família, ao Seguro Desemprego e ao Abono Salarial, gerenciadas pela Caixa Econômica Federal (CEF), teriam ficado negativas em 59% dos dias daquele ano.

O TCU considera que, ao deixar no vermelho o saldo dos referidos pagamentos, a União estaria usando dinheiro emprestado da CEF, o que seria proibido pela LRF. Com efeito, produzida, entre outras coisas, para conter o uso dos bancos públicos, ela proíbe que o Estado receba crédito de casa bancária por ele controlada.

Ocorre que a resposta do Advogado-Geral da União, neste particular, foi precisa. Na defesa oral apresentada perante os ministros, Luís Inácio Adams lembrou que, ao final de 2014, o Tesouro tinha a receber da CEF 141 milhões de reais. Onde já se viu tomador de empréstimo receber em lugar de pagar dívida contraída?

A charada se resolve se pensarmos que não houve empréstimo algum. Os ministérios têm um contrato de serviço com a CEF, que administra as sobrecitadas contas. Nos dias em que ela fica negativa, produz-se um haver em favor do banco, quando positiva, em favor do Tesouro, procedendo-se a um ajuste entre uns e outros. No caso de 2014, quem devia era a Caixa e não a presidente. Onde o crime, então?

A imprensa, se quiser prestar um serviço à democracia, tem a obrigação de destrinchar o que está contido nas milhares de páginas oficiais escritas sobre o caso. Diferentemente dos episódios de corrupção, tudo está à mostra e pode-se chegar a conclusões claras.

Ao governo cabe promover ampla campanha de esclarecimento. Se não o fizer, deixará o principal argumento pró-impeachment tomar conta do público por mera repetição.

Carta Maior

Direito de resposta é aprovado na Câmara, e Grupo Globo se preocupa

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Apesar da histeria dos barões da mídia e dos votos contrários do PSDB e do DEM, a Câmara Federal finalmente aprovou nesta terça-feira (20) o projeto de lei que regulamenta o direito de resposta no país. A deputada Luciana Santos (PCdoB/PE) foi a relatora da matéria no plenário. “Com a revogação da Lei de Imprensa de 1967, que foi acertada porque era uma legislação autoritária, ficamos com uma lacuna jurídica. Esse vazio prejudica o cidadão comum, que não tem instrumentos para se defender”, afirmou ao defender a aprovação do Projeto de Lei 6446/13, oriundo do Senado Federal.

A demora na votação deste projeto decorreu da forte pressão dos barões da mídia, que insistem em confundir a liberdade de expressão com a liberdade dos monopólios de caluniarem e difamarem os cidadãos. Ao justificar a urgência do direito de resposta. Luciana Santos, que é presidenta nacional do PCdoB, lembrou o drama vivido pela pernambucana Michele Maximino, a maior doadora de leite do Brasil. Ela foi alvo das calúnias do “humorista” Danilo Gentili, que a chamou de “vaca” no programa “Agora é Tarde”, do SBT. Sem o direito de resposta, ela foi submetida a vários constrangimentos e foi obrigada a mudar de cidade. O projeto de lei aprovado na Câmara Federal visa inibir estes crimes!

Ele teve 318 votos favoráveis e 79 contrários, após a votação de várias emendas. “A primeira delas retirou do texto o dispositivo que permite ao ofendido, no caso de veículo televisivo ou radiofônico, requerer o direito de dar a resposta ou fazer a retificação pessoalmente. Já a proposta que estendia de 3 para 15 dias o prazo que o veículo de comunicação terá para apresentar sua contestação ao juiz foi rejeitada. Os deputados também rejeitaram a proposta que transferia ao juiz de primeiro grau o poder de conceder efeito suspensivo de sua própria decisão quando de recurso pelo desfavorecido em processo sobre o direito de resposta”, relata a jornalista Ana Cristina Santos no portal Vermelho.

Ainda de acordo com a reportagem, a aprovação do projeto de lei representa um importante avanço na luta pela democratização da mídia no Brasil. “‘Regulamentar a Constituição Federal no que diz respeito à comunicação é necessário e estratégico para a defesa e o fortalecimento da democracia. A aprovação do direito de resposta, que tramita há tantos anos no Congresso, é certamente uma vitória que merece ser comemorada como um avanço e como uma conquista de todas as pessoas que lutam pela democratização no país’, explicou Luciana Santos. Ela completa que essa aprovação se torna simbólica por acontecer na Semana Nacional pela Democratização da Comunicação”.

Carta Maior

Juliana Paes fica tensa e envergonhada ao mexerem com seu ponto fraco

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Juliana Paes ficou visivelmente incomodada no lançamento da novela Totalmente Demais, nesta semana, no Rio.

Como o amor de sua personagem na trama por Fábio Assunção será ameaçado pelo papel de Marina Ruy Barbosa, uma repórter perguntou se na vida real a atriz também fica com ciúme do marido em relação às periguetes da vida que estão sempre rondando homens casados.

Tensa, porém educada, Juliana respondeu de uma forma que estava claro seu incômodo com a pergunta. Ficou dando muita satisfação, tentando explicar demais. E disse, entre outras coisas:

“Amor, eu sou a primeira pessoa que fala para ele que uma mulher é bonita, antes de dar a chance de ele se animar. Você acha que eu vou dar essa chance?

A gente briga por muitas coisas. Não vou falar que minha vida é perfeita com meu marido, não. Mas o ciúme é o último item da nossa lista. Não tem espaço para isso. Acho que no começo, talvez um pouco.

Mas a gente já está há doze anos juntos. Essas arestas a gente já aparou. Não tem mais espaço para isso”.

Mas, infelizmente, as coisas não são bem assim. Quem conhece Juliana sabe que o marido é o ponto fraco dela…

O cara trabalha como empresário de jogadores de futebol e a atriz sabe muito bem do assédio das Marias chuteiras e sofre com isso. Tanto que o casal já enfrentou algumas crises.

Fabiola Reipert / R7

Afastada da Globo, Claudia Rodrigues pode ir para o SBT

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Claudia Rodrigues, que está afastada da TV por problemas graves de saúde, tem projetos para voltar à ativa, desta vez no SBT. Segundo o site Yahoo!, Carlos Alberto de Nóbrega gostaria de ter a atriz e comediante no elenco do humorístico “A Praça é Nossa”. A fonte também diz que Carlos Alberto já teria até pensado em uma personagem para a atriz.

Claudia, que tem esclerose múltipla, já saiu da Globo, mas ainda tem o plano de saúde pago pela emissora. No último domingo (18), Claudia Rodrigues participou do “Programa Eliana” e recentemente também deu entrevistas à Geraldo Luis e Xuxa, na Rede Record.

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