Joao Doria oferece ração feita de restos e lixo a moradores de rua.

Nós somos conscientes de que as indústrias tem obrigação em dar um destino ao lixo que produzem, e essa destinação tem um custo. O Doria do PSDB, simplesmente vai comprar esse lixo e oferecer um monte de benefícios aos empresários. Terão isenção fiscal, incentivo de crédito, ou seja, a indústria vai economizar no descarte deste lixo e ainda lucrar com a venda do mesmo.
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O negócio é agradar empresários o pobre que coma lixo processado com nome fantasia de suplemento.
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Iniciativa foi chamada de “ração para pobre” nas redes sociais – https://goo.gl/NUfza7

Defesa vai usar delação de Funaro para pedir anulação do impeachment

1. Desde o início do processo de impeachment, a defesa da presidenta eleita Dilma Rousseff tem sustentado que o processo de impeachment que a afastou da Presidência da República é nulo, em razão de decisões ilegais e imorais tomadas pelo ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e por todos os parlamentares que queriam evitar “a sangria da classe política brasileira”.

2. Agora, na delação premiada do senhor Lúcio Funaro, ficou demonstrado que o ex-deputado Eduardo Cunha comprou votos de parlamentares em favor do impeachment.

3 – A defesa de Dilma Rousseff irá requerer, nesta terça-feira, 17 de outubro, a juntada dessa prova nos autos do mandado de segurança, ainda não julgado pelo STF, em que se pede a anulação da decisão que cassou o mandato de uma presidenta legitimamente eleita.

4. Entendemos que na defesa da Constituição e do Estado Democrático de direito, o Poder Judiciário não poderá deixar de se pronunciar a respeito, determinando a anulação do impeachment de Dilma Rousseff, por notório desvio de poder e pela ausência de qualquer prova de que tenha praticado crimes de responsabilidade.

José Eduardo Cardozo
Advogado da Presidenta Eleita Dilma Rousseff

Ibope: Michel Temer é aprovado por 3% e reprovado por 77% da população.

Para 16%, o governo é regular, e 3% não sabem ou não responderam; levantamento mostra também que 92% dos brasileiros não confiam no presidente

O presidente Michel Temer (PMDB) não tem a confiança de 92% da população brasileira.

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(Ueslei Marcelino/Reuters).

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A popularidade do presidente Michel #Temer (#PMDB) despencou e no momento só 3% da população brasileira aprovam seu governo, segundo levantamento dos órgãos CNI/Ibope. O índice representa uma queda de 2% pontos porcentuais em relação à última pesquisa, divulgada em julho. Subiu de 70% para 77% o número de pessoas que consideram a administração do peemedebista ruim ou péssima. O governo é visto de forma regular por 16%, enquanto 3% não sabem ou não responderam.
A pesquisa mostrou que só 6% da população mantêm perspectivas ótimas ou boas com relação ao restante do governo — 72% manifestaram impressões negativas. A maneira de governar de Temer é aprovada por 7% e desaprovada por 89% das pessoas. Já 92% disseram não confiar no presidente.
Segundo o levantamento, 59% dos brasileiros dizem que o governo Temer é pior do que o da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). As administrações são iguais para 31%, enquanto apenas 8% consideram o peemedebista melhor do que a petista.

Rejeição nacional ao juiz Moro, vulgo torturador da Globo dispara para 45%


Sergio Moro, o carcereiro da Guantanamo curitibana, o torturador da Globo, já está com rejeição nacional de 45%, segundo o instituto Ipsos, que pertence a uma organização internacional respeitada.
A reprovação a Lula, por outro lado, vem despencando, mesmo com os ataques sórdidos do setores corruptos do judiciário e do ministério público.
Todos os sinais mostram que, se o TRF4 confirmar a sentença de Sergio Moro, uma sentença escrita por um fora-da-lei, por um juiz que não respeita a constituição, as garantias individuais e os direitos humanos, e que, em qualquer democracia que se preze, já estaria atrás das grades, acusado de tortura, espionagem internacional e violação do código do processo penal, o judiciário brasileiro irá mergulhar, a si e ao país, num caos ainda mais perigoso do que vemos hoje.

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Leia mais em:

https://ocafezinho.com/2017/09/24/rejeicao-nacional-ao-torturador-da-globo-dispara-para-45/

Rejeição a Jair Bolsonaro dispara.

A pesquisa mensal Barômetro Político, realizada pelo instituto Ipsos, mostra que o deputado Jair Bolsonaro (PSC), pré-candidato a presidente nas eleições do próximo ano, viu sua rejeição disparar de 56% para 63%; além disso, a parcela dos brasileiros que aprovam as ideias de Bolsonaro caiu de 21% para 19%; sem um projeto que explique como tiraria o País da pior depressão econômica de sua história, Bolsonaro pode virar bala de festim da ultra direita; no mesmo levantamento, também disparou a rejeição ao juiz Sérgio Moro, enquanto a do ex-presidente Lula caiu.

Colunista Reinaldo Azevedo estreia na Rádio Bandeirantes. – TV TUDO 

Reinaldo Azevedo reforça a equipe da Rádio Bandeirantes a partir da próxima segunda-feira (21) com sua opinião contundente. Na coluna “Pronto, Falei”, o jornalista vai analisar e comentar o cenário político brasileiro em um dos horários mais expressivos do radiojornalismo. 

Doria tem apoio de Temer, Maia e Caiado para corrida presidencial em 2018.

A disputa interna do #PSDB pela vaga de candidato à Presidência em 2018 chegou a partidos aliados dos tucanos. #DEM e PMDB, que integram a núcleo duro de apoio ao governo Michel #Temer, se aproximaram do prefeito João Doria e sinalizaram com a possibilidade de lançá-lo candidato ao Planalto. A abordagem peemedebista foi feita pelo próprio presidente Michel Temer (PMDB). Ele disse ao prefeito que “as portas do #PMDB estão abertas” para o tucano disputar a Presidência da República no ano que vem.
O “convite” foi feito durante uma conversa entre eles nesta segunda-feira, 7, na Prefeitura, pouco antes de um evento no qual o presidente distribuiu publicamente afagos a Doria, segundo relatos de quem estava no local. Procurada, a assessoria do Planalto negou o convite.
O DEM também sondou Doria sobre a disputa presidencial tendo no horizonte uma dobradinha entre ele e um quadro do partido em 2018. No limite, o DEM também está de portas abertas a Doria caso ele não consiga se candidatar a presidente pelo PSDB em 2018. Os nomes citados para compor a chapa são o prefeito de Salvador, ACM Neto, e o ministro da Educação, Mendonça Filho.
Tucanos ligados ao prefeito avaliam que a chapa com um deles teria força no Nordeste. Em contrapartida, Doria apoiaria o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na disputa pelo governo do Rio, e o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) para o governo de Goiás.
Questionado sobre a aproximação, o senador José Agripino (RN), presidente do DEM, também negou que o partido tenha convidado Doria. Assim como Temer, a cúpula do DEM quer evitar desgaste com o governador Geraldo Alckmin (PSDB). Por isso, as negativas públicas e os convites em privado.
O prefeito tem dito que não vai entrar na disputa se Alckmin, que é seu padrinho político, se colocar como candidato. Porém, cada vez mais ele tem adotado discursos e agendas de quem pretende concorrer.
A possibilidade de deixar o PSDB também é rechaçada por Doria. Nesta quinta-feira, 10, durante evento em São Paulo, o prefeito voltou a descartar a saída do partido, mas admitiu o interesse do PMDB e do DEM. “Não tenho intenção de deixar o PSDB. É o meu partido. As portas (do PMDB e do DEM) foram abertas, o que me deixa muito feliz. PMDB e DEM são parte da nossa base em São Paulo”, disse.
Apoios. Para aliados de Doria, a mudança de sigla, porém, pode ocorrer caso o governador não se apresente como candidato e, mesmo assim, a cúpula tucana vete uma candidatura do prefeito. São cada vez mais fortes, no entanto, as pressões para que Alckmin desista de concorrer e indique Doria, que trabalha para reunir apoios externos e crescer nas pesquisas.
O nome do prefeito, contudo, enfrenta resistência entre setores tucanos. Presidente interino do PSDB, Tasso Jereissati (CE), conforme apurou o Estado, disse em reunião interna que Alckmin “tem preferência” na fila na escolha do candidato.
O grupo dos “tucanos históricos” de São Paulo, do qual fazem parte o ex-governador Alberto Goldman e José Aníbal, presidente do Instituto Teotônio Vilela, também não aceita a opção Doria. Presidente licenciado do PSDB, o senador Aécio Neves (MG), que mantém influência na sigla, é outro que entrou em rota de colisão com o prefeito após Doria defender publicamente seu afastamento do comando do PSDB.  Reação
O assédio a Doria e a deferência de Temer ao prefeito desagradaram a aliados de Alckmin, que está no quarto mandato no governo paulista e se articula para ocupar a vaga do PSDB na disputa pelo Planalto. Tucanos com trânsito no Bandeirantes reclamam dos movimentos do prefeito e fazem críticas à gestão Doria.
“Não mudou nada. Seguimos amigos e unidos”, disse o prefeito ao Estado. A avaliação no entorno de Alckmin, no entanto, é de que Doria está decidido a disputar a Presidência, dentro ou fora do PSDB. Para não perder espaço, o governador vai intensificar a agenda de viagens pelo Brasil e as conversas partidárias.