Pabllo Vittar se envolve com um eleitor de Bolsonaro

“Quem acompanhou os últimos stories da Pabllo Vittar no Instagram viu seus momentos de intimidade e carinho com seu novo affair, o DJ Weber, o mesmo já trabalhou com a cantora e outras drags como Aretuza Lovi e Glória Groove, trabalhou também no hit “Corpo sensual” em 2017.

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Hoje as redes sociais foram bombardeadas de suposições onde a pauta era o posicionamento político do DJ em que se era apontado como ‘Bolsominion’, em contra partida o mesmo se posicionol nas redes socias afirmado que eram invalidas as acusações feitas a ele.

Mediante a tantos questionamentos e cobranças por um posicionamento Pabllo Vittar bloqueou alguns insistentes, pois foram desrespeitosos, porem esclareceu deixando claro que permanece solteira, ainda sim sendo alvo de hate por ser taxada por se envolver com suposto “Bolsominion” e apoio ao presidente Jair Bolsonaro.”

O rapaz deu uma explicação, que não cola muito:

Em ato de ódio, Governo Bolsonaro transfere namorada de Lula para Foz do Iguaçu.

A imprensa noticiou que o ex-presidente Lula estava namorando a socióloga Rosângela da Silva, que trabalha na Itaipu Binacional há 16 anos, no escritório de Curitiba.
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Se ela quiser continuar na empresa terá que se mudar para Foz do Iguaçu, a 630 km da capital do Paraná, onde Lula está preso, condenado pelo ministro da Segurança Pública de Bolsonaro, Sérgio Moro.
A transferência da funcionária foi assinada pelo diretor-geral brasileiro da usina, Joaquim Silva e Luna, que foi indicado ao cargo em fevereiro, pelo vingativo e perseguidor presidente Jair Bolsonaro (PSL).
Bolsonaro traça o perfil partidário do Superior Tribunal de Justiça:
Pelo perfil dos nossos ministros, ele [Lula] não terá chance no que depender de nós, não terá chance de conseguir sua liberdade na forma da lei”, declarou o presidente.
Em discurso durante café da manhã nesta quinta-feira (30), o presidente Jair Bolsonaro disse que a Justiça está “ao nosso lado”, ao se referir a presença do presidente do STF, Dias Toffolli.
A declaração foi durante encontro com deputadas federais e senadoras, no Palácio do Planalto. Bolsonaro disse que o presidente do Supremo “tem sido uma pessoa excepcional” desde que ele chegou ao Palácio do Planalto.
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“A força do Executivo e do Legislativo juntos, com todo o respeito ao Dias Toffoli (risos), é muito forte. E é muito bom nós termos aqui a Justiça ao nosso lado, ao lado do que é certo, ao lado do que é razoável e ao lado do que é bom para o nosso Brasil”, afirmou o presidente, segundo reportagem do jornal O Globo.
Bolsonaro disse ainda que está interessado em fazer um país que vá no sentido certo. “E nós juntos agora, juntamente com o Poder Judiciário, atingiremos esse objetivo, porque acima de tudo nós temos Deus no coração”, acrescentou.
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Em 28 de outubro último, discursando por telefone celular para manifestantes reunidos na avenida Paulista, Bolsonaro mandou um recado para Lula:
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“Seu Lula da Silva, vou te dizer uma coisa: você vai apodrecer na cadeia”.

Fakes pro Bolsonaro triplicam memes contra universidades

O monitor de Whatsapp nesses últimos dias está inundado de memes e imagens contra as universidades federais. São monografias/dissertações/eventos ridicularizados por seus títulos e temas. São imagens de pessoas peladas em festas (que nem são nas universidades) e protestos e memes dizendo que os alunos das federais levam mais de 12 anos pra formar, pois só usam drogas.

Claramente é um esforço orquestrado. Trabalho de profissional. Segue o mesmo estilo da campanha eleitoral. Quem financia essa fábrica de desinformação?

Mara Maravilha pode voltar ao ‘Fofocalizando’ a qualquer momento

Os corredores do SBT estão em polvorosa nesta quarta-feira. Isso porque começou a circular a informação de que Mara Maravilha pode voltar à atração a qualquer momento.

Hoje, uma cadeira a mais foi colocada no cenário. Procurada, a assessoria do SBT nega o retorno da apresentadora e explica que a cadeira foi colocada apenas para um teste de luz. Ainda de acordo com a assessoria, a cadeira será usada para possíveis entrevistados serem sabatinados durante o programa.

Nos bastidores, a informação é outra: Mara estaria, sim, com um pé dentro da atração. Os principais indícios, além da tal cadeira, são: o novo diretor, Caco Rodrigues, é amigo pessoal de Mara e já existem empresas querendo que a morena faça ações de merchandising. Isso aumentaria a receita do programa. Em seus stories do Instagram, Mara canta um trecho da música de Roberto Carlos, ‘O Portão’: “eu voltei, agora pra ficar… Porque aqui, aqui é meu lugar”. Procurada pela coluna, Mara se limitou a dizer: “Eu sou empregada. Obedeço ordens”.

Jornal O dia

Dudu Camargo e Marcão do Povo planejam trocar o jornalismo pelo entretenimento.

É curiosa a relação do SBT com Dudu Camargo e Marcão do Povo, os apresentadores do “Primeiro Impacto”, jornalístico exibido diariamente no começo das manhãs.

Os dois se suportam, concorrem entre eles, mas têm objetivos comuns e bem definidos: querem ser artistas.

Um, o Dudu, se lançou cantor, já com algumas apresentações bem tenebrosas; e o outro, Marcão, nunca escondeu de ninguém o seu desejo de, um dia, comandar um programa de auditório.

O pessoal do SBT, a sua direção em especial, vai assistindo a tudo, por enquanto, sem objeções. E a vida segue.

– Flávio Ricco | UOL

Reforma da Previdência acaba com remédio gratuito por via judicial

OO governo Bolsonaro que restringir a distribuição gratuita de remédios do SUS (Sistema Único de Saúde) determinada por decisões judiciais. A medida faz parte do texto da Reforma da Previdência que tramita na Câmara dos Deputados. A PEC (Proposta de Emenda Constitucional) nº6/2019 modifica o parágrafo 5º do Artigo 195 da Constituição que trata do orçamento da Seguridade Social.
Com a nova redação prevista para a lei, o governo do Bolsonaro inclui na regra que nenhum benefício ou serviço pode ser criado ou estendido “por ato administrativo, lei ou decisão judicial, sem a correspondente fonte de custeio total”. Além disso, impede que aposentados reivindiquem adicionais ou revisões na Justiça.

A nova redação inclui na Constituição os termos “por ato administrativo, lei ou decisão judicial”. Esse arranjo, segundo especialistas, dificulta o acesso a remédios e tratamentos obtidos com decisão judicial.
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Se a reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro for aprovada no Congresso Nacional, os benefícios e serviços garantidos pela Seguridade Social poderão ser drasticamente reduzidos. Até mesmo a distribuição de remédios a pacientes da rede pública de saúde obtidos por meio de decisão judicial corre o risco de diminuir ou acabar. Um dos pontos da Proposta de Emenda à Constituição – PEC 6/2019 é a proibição de que decisões judiciais que garantam o direito a tratamento de alto custo sejam pagas pelo Estado, condenando a morte centenas, senão milhares de pessoas cuja vida depende desses medicamentos de altíssimo custo.
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O texto propõe a alteração na redação do parágrafo 5° do artigo 195 da Constituição Federal com a inclusão do seguinte texto: “Nenhum benefício ou serviço da seguridade social poderá ser criado, majorado ou estendido por ato administrativo, lei ou decisão judicial, sem a correspondente fonte de custeio total”. Isso pode impactar diretamente na concessão de medicamentos pelo Sistema Único de Saúde – SUS via decisões judiciais, pois o Judiciário ficaria impedido de prover ou ampliar um benefício sem que haja uma fonte de custeio.
“Ao se dizer que uma decisão judicial não pode ser proferida sem fonte de custeio, está se violando a possibilidade de acesso à Justiça. Essa é uma cláusula pétrea [que não poderia ser alterada]”, afirma Roberto Dias, professor de direito constitucional da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo – FGV/SP. Para ele, este trecho é inconstitucional. Porém, o relator da reforma na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, Marcelo Freitas (PSL-MG), já deu aval ao texto.
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“É um texto completamente inviável. É uma medida que cerceia o acesso à Justiça e à saúde, que são cláusulas pétreas, não podem ser alteradas”, afirma o coordenador do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário – IBDP do Estado de Sergipe, Arthur José Nascimento Barreto.
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Para o presidente da Associação dos Juízes Federais – Ajufe, Fernando Mendes, cabe a um magistrado apenas julgar, interpretar as leis e a Constituição para chegar a uma decisão. “Não é papel do juiz entrar em questões orçamentárias, alocar recursos, ou de alguma maneira definir de onde vão sair os recursos”, diz Mendes.
Atualmente já há leis que obrigam juízes a atentar às consequências de decisões. Segundo os especialistas ouvidos pela reportagem, essas normas, no entanto, não se sobrepõem à Constituição, que a PEC visa alterar. “Uma coisa é uma norma ordinária, outra é uma norma constitucional”, diz Mendes.
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Doenças Raras
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Dados do Ministério da Saúde mostram que 90% do total gasto para atender sentenças judiciais se refere a remédios para tratamento de doenças raras. Hoje, a pasta cumpre sentenças de 14.785 processos. A maior parte é de medicamentos – 82%, em seguida vêm procedimentos –10%, internações – 5% e insumos – 3%.
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Existem medicamentos de alto custo dispensados pelas farmácias especiais dos estados cujos valores são da ordem de R$2 mil a R$13 mil. E mesmo esses medicamentos que já estão na lista de dispensação obrigatória pelo governo, não estão sendo encontrados nas farmácias, obrigando os pacientes a procurarem o Ministério Público para ajuizar ação para garantir os seus direitos.
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Para piorar a situação, o governo autorizou aumento de 4,33% nos preços dos medicamentos desde o começo de abril. Conforme decisão da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos – Cmed, o percentual poderá ser aplicado a todas as faixas de remédios. governo Bolsonaro que restringir a distribuição gratuita de remédios do SUS (Sistema Único de Saúde) determinada por decisões judiciais. A medida faz parte do texto da Reforma da Previdência que tramita na Câmara dos Deputados. A PEC (Proposta de Emenda Constitucional) nº6/2019 modifica o parágrafo 5º do Artigo 195 da Constituição que trata do orçamento da Seguridade Social.
Com a nova redação prevista para a lei, o governo do Bolsonaro inclui na regra que nenhum benefício ou serviço pode ser criado ou estendido “por ato administrativo, lei ou decisão judicial, sem a correspondente fonte de custeio total”. Além disso, impede que aposentados reivindiquem adicionais ou revisões na Justiça.

A nova redação inclui na Constituição os termos “por ato administrativo, lei ou decisão judicial”. Esse arranjo, segundo especialistas, dificulta o acesso a remédios e tratamentos obtidos com decisão judicial.
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Se a reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro for aprovada no Congresso Nacional, os benefícios e serviços garantidos pela Seguridade Social poderão ser drasticamente reduzidos. Até mesmo a distribuição de remédios a pacientes da rede pública de saúde obtidos por meio de decisão judicial corre o risco de diminuir ou acabar. Um dos pontos da Proposta de Emenda à Constituição – PEC 6/2019 é a proibição de que decisões judiciais que garantam o direito a tratamento de alto custo sejam pagas pelo Estado, condenando a morte centenas, senão milhares de pessoas cuja vida depende desses medicamentos de altíssimo custo.
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O texto propõe a alteração na redação do parágrafo 5° do artigo 195 da Constituição Federal com a inclusão do seguinte texto: “Nenhum benefício ou serviço da seguridade social poderá ser criado, majorado ou estendido por ato administrativo, lei ou decisão judicial, sem a correspondente fonte de custeio total”. Isso pode impactar diretamente na concessão de medicamentos pelo Sistema Único de Saúde – SUS via decisões judiciais, pois o Judiciário ficaria impedido de prover ou ampliar um benefício sem que haja uma fonte de custeio.
“Ao se dizer que uma decisão judicial não pode ser proferida sem fonte de custeio, está se violando a possibilidade de acesso à Justiça. Essa é uma cláusula pétrea [que não poderia ser alterada]”, afirma Roberto Dias, professor de direito constitucional da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo – FGV/SP. Para ele, este trecho é inconstitucional. Porém, o relator da reforma na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, Marcelo Freitas (PSL-MG), já deu aval ao texto.
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“É um texto completamente inviável. É uma medida que cerceia o acesso à Justiça e à saúde, que são cláusulas pétreas, não podem ser alteradas”, afirma o coordenador do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário – IBDP do Estado de Sergipe, Arthur José Nascimento Barreto.
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Para o presidente da Associação dos Juízes Federais – Ajufe, Fernando Mendes, cabe a um magistrado apenas julgar, interpretar as leis e a Constituição para chegar a uma decisão. “Não é papel do juiz entrar em questões orçamentárias, alocar recursos, ou de alguma maneira definir de onde vão sair os recursos”, diz Mendes.
Atualmente já há leis que obrigam juízes a atentar às consequências de decisões. Segundo os especialistas ouvidos pela reportagem, essas normas, no entanto, não se sobrepõem à Constituição, que a PEC visa alterar. “Uma coisa é uma norma ordinária, outra é uma norma constitucional”, diz Mendes.
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Doenças Raras
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Dados do Ministério da Saúde mostram que 90% do total gasto para atender sentenças judiciais se refere a remédios para tratamento de doenças raras. Hoje, a pasta cumpre sentenças de 14.785 processos. A maior parte é de medicamentos – 82%, em seguida vêm procedimentos –10%, internações – 5% e insumos – 3%.
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Existem medicamentos de alto custo dispensados pelas farmácias especiais dos estados cujos valores são da ordem de R$2 mil a R$13 mil. E mesmo esses medicamentos que já estão na lista de dispensação obrigatória pelo governo, não estão sendo encontrados nas farmácias, obrigando os pacientes a procurarem o Ministério Público para ajuizar ação para garantir os seus direitos.
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Para piorar a situação, o governo autorizou aumento de 4,33% nos preços dos medicamentos desde o começo de abril. Conforme decisão da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos – Cmed, o percentual poderá ser aplicado a todas as faixas de remédios.