Cachê de Nego do Borel salta para R$ 80 mil após participação na ‘Dança dos Famosos’

Nego do Borel - Divulgação

Nego do Borel viu seu cachê aumentar em R$ 30 mil após sua participação na ‘Dança dos Famosos’, do Domingão do Faustão.

O cantor, que antes recebia cerca de R$ 50 mil para fazer um show, agora já pede R$ 80 mil.

“Estou muito realizado. Tenho minha casa (avaliada em R$ 2 milhões), sou ator da Globo, estou na Dança dos famosos… Isso vai muito além do que eu sonhava. E mais coisas boas estão vindo por aí. Se Papai do Céu falasse hoje ‘Para’, eu pararia satisfeito pra caramba”, afirmou o cantor em entrevista ao jornal Extra.

Agora, Nego briga pela disputa do primeiro lugar na competição.

“Sempre tive molejo. Na comunidade, inventava umas coreografias loucas, de outro mundo. Nos meus shows, tenho um balé, mas nada é igual à ‘Dança’.

É como se eu voltasse a ser criança, quando minha mãe me encostava na parede e dizia: ‘Fala a verdade’. Faz anos que eu não sentia o que estou sentindo quando fico diante do júri e da plateia. Uma coisa é estar no funk, que não tem ninguém para te julgar, é só cantar e pronto. Na internet, você vê os comentários só se quiser. Outra coisa é encarar o monstro de frente e não poder fazer nada. Uns falam bem, outros, mal, mas é para a gente melhorar. Tudo ali é válido, é um aprendizado”, entrega.

No entanto, quando ainda não era famoso, Nego rebolava para conseguir sustentar a sua família.

“Cantei em ônibus, rodei em mototáxi, fui cobrador de kombi… Cheguei a passar fome. Só minha avó trabalhava e tinha oito nas costas dela. Às vezes, a gente só almoçava, não jantava. Eu morava perto da Floresta da Tijuca e tinha uma lixeira atrás da casa. Então entrava rato, cobra… Mas era um barraco arrumadinho. Se eu não tivesse tido essas oportunidades, eu estaria morto, igual à maioria dos meus amigos. Papai do Céu me salvou. Deus foi muito bom comigo”, lembra o cantor, que não se esquece de tudo o que passou na infância.

“Eu vi muitos amigos morrendo, sendo presos, as famílias chorando… E eu chorava muito também. Tomei aquilo como exemplo e não quis para minha vida. Decidi vencer, dar orgulho para minha mãe (Roseli Viana) e minha avó (Neli Gomes). Então comecei a fazer evento, torneio de futebol dentro da comunidade, foquei na música, no meu lado artístico. Graças a Deus, consegui me desvincular e não segui o mesmo caminho que eles”, finalizou.

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