Cunha presidindo, Senado de direita, STF acovardado e imprensa parcial: É Golpe!

CUNHA RENAN AAECIO DILMA LULA dia_do_trab

A senadora Ângela Portela (PT-RR) afirmou nesta segunda-feira (25), em Plenário, que Dilma Rousseff é uma presidente honesta e honrada, legitimamente eleita pelo povo, e não pode deixar o governo só porque “a oposição não gosta dela”.

A senadora acrescentou ainda que Dilma só adotou as chamadas pedaladas fiscais para poder arcar com os direitos sociais garantidos aos mais pobres.

— Diferentemente do que fizeram os deputados, que basearam os seus votos em desejo de vingança política e na necessidade desesperada de esfriar as investigações da [Operação] Lava Jato, os senadores certamente saberão agir dentro dos limites do processo. Nós, que há meses vimos denunciando a sanha golpista das forças políticas que não aceitam a derrota de 2014, temos plena confiança de que estará comprovado que a presidente Dilma não cometeu crime de responsabilidade — disse.

Nessa pegada, em todos os setores que Dilma foram ou vai ser julgada, não há garantia de imparcialidade. Até porque o plenário seguia os traidores do PMDB, a oposição do senado diz que já tem 50 votos para o impedimento da Dilma, sem se sequer ouvir as defesa, exemplo do Supremo, que permitiu que Eduardo Cunha – réu com 5 condenações – presidir um processo de peso como esse, e a imprensa que trabalha em prol de golpe visível, sendo que as mídias internacionais  alegam que existe.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse nesta terça-feira (22) que o processo de impeachment pode ser “uma coisa normal”, mas que impedimento sem a comprovação de um crime de responsabilidade deve receber outro nome. A declaração foi dada após Renan se reunir com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no começo da tarde.

“Eu acho que o impeachment, em circunstância normal, é uma coisa normal. Mas é bom que as pessoas saibam e a democracia exige que nós façamos essa advertência, que para haver impeachment tem que haver a caracterização do crime de responsabilidade da presidente da República. Quando o impeachment acontece sem essa caracterização, o nome sinceramente não é impeachment, é outro nome”, disse Renan.

Questionado, então, sobre se o impeachment sem crime de responsabilidade seria “golpe”, Renan desconversou: “Quando não há caracterização do crime de responsabilidade, não é impeachment, o nome deve ser outro, não é impeachment. É por isso que nós precisamos ter responsabilidade com o Brasil e com a democracia”.

Mais cedo, nesta terça, a presidente Dilma Rousseff voltou a classificar de golpe o processo de impeachment que tem ela como alvo na Câmara dos Deputados e reafirmou que não irá renunciar “jamais”.

A petista deu a declaração durante ato organizado no Palácio do Planalto para que dezenas de profissionais do meio jurídico manifestassem apoio ao governo e se posicionassem contra a tentativa de afastá-la da Presidência.

Reunião com Lula
Renan Calheiros negou que, na reunião com Lula, o ex-presidente tenha pedido algum apoio dele. Segundo o colunista do G1 e da GloboNews, senadores do PT ficaram entusiasmados com os primeiros retornos do encontro entre os dois, que também teve a presença do ex-presidente José Sarney.

Até então, a avaliação era que o processo de impeachment passaria de forma rápida no Senado, depois de aprovado pela Câmara. De acordo com o colunista, para petistas, se Renan mantiver o compromisso assumido com Lula, o cronograma do processo de impeachment no Senado poderá ser mais lento do que o imaginado inicialmente.

“Ele não pediu nada. Apenas conversou sobre a conjuntura política e eu externei o ponto de vista do presidente do Congresso Nacional que tem que ser responsável, isento, tem que se preocupar com as funções do legislativo. Nenhum poder pode pensar em atropelar a função de outro poder. Se isso acontecer, nós vamos ter crise institucional no Brasil”, afirmou o peemedebista.

O presidente do Senado também comentou sobre o posicionamento do PMDB com relação ao governo federal. Para Renan, a sigla precisa ter “responsabilidade”.

“O PMDB mais do que nunca precisa demonstrar sua responsabilidade institucional. O PMDB sair do governo – e digo isso com a autoridade de quem não participa do governo – se o PMDB sair do governo e isso significar um agravamento da crise. É uma responsabilidade indevida que o PMDB deverá assumir”, classificou Renan Calheiros.

Gustavo Vidal – Coluna Alternativa – Blog TV  Tudo

Pesando a balança ao inverso,

tão mais pesada pra

“direita”…

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