PT já sonda Padilha, Mercadante ou Jaques Wagner para novas eleições

Wagner-Aloizio

 

Parece que o PT aprendeu pensar em todas as possibilidades, e se armar contra Temer, andam acontecendo reuniões de possibilidades, até porque eles não sabem o quanto o inimigo pode ser sujo. Alguns nomes foram sugeridos, caso haja novo pleito e o Supremo aceite o afastamento da Presidente Dilma. O ex ministro Padilha, que foi candidato ao governo de São Paulo, é um dos primeiros nomes, seguido de Aloísio Mercadante ex-senador por São Paulo e o Ministro Chefe da Casa Civil e o ex-governador da Bahia por dois mandatos, Jaques Wagner. O Lula, não foi cogitado, porque ele não pode pela lei de reeleição, e ele seria uma arma para 2018.

A estratégia do governo, e tornar impossível qualquer governabilidade do Tucano-Peemedebista, devolvendo os dois anos de traição ao PT. Articulações de todo tipo vão acontecer, até porque o presidente do partido Rui Falcão tem pensado no futuro, almejando as eleições municipais de 2016, uma suposta eleição para o executivo e ainda 2018.

Segundo a legislação, o primeiro passo da tramitação do impeachment no Senado Federal seria a leitura em plenário do parecer da Câmara favorável à abertura do processo. Em seguida, o presidente do Senado, Renan Calheiros, criaria a comissão especial para a análise do processo e pediria aos líderes partidários a indicação dos 42 senadores que iriam compor a comissão: 21 titulares e 21 suplentes. O rito prosseguiria com a eleição da comissão especial, que elegeria o seu presidente e relator.

Após a instalação da comissão especial, o Blog TV Tudo informa que começaria a contar o prazo de dez dias úteis para que o relator apresentasse seu parecer sobre a admissibilidade da abertura do processo. Nessa fase, não haveria previsão de defesa da presidente. O parecer precisaria ser votado pelos integrantes do colegiado, com aprovação por maioria simples. Independentemente do resultado, a decisão final caberia ao plenário do Senado, que é soberano. No plenário, o parecer da comissão seria lido, e, após 48 horas, votado nominalmente. Para ser aprovado, seriam necessários metade mais um dos votos dos senadores presentes, desde que votassem pelo menos 41 dos 81 senadores.

Renan Calheiros e Ricardo Lewandowski durante reunião em 18 de abril.

Se o parecer da comissão fosse pela admissibilidade do processo de impeachment e o texto fosse aprovado pelo plenário do Senado, o processo contra a presidente seria instaurado e Dilma seria notificada e afastada do cargo por um período de até 180 dias. Com isso, o vice-presidente Michel Temer assumiria o governo. Se o parecer da comissão pela admissibilidade fosse rejeitado no plenário, a denúncia contra a presidente seria arquivada.

 

Se o processo de afastamento de Dilma fosse aberto, começaria a fase de produção de provas e a possível convocação dos autores da denúncia, da presidente e da defesa até a conclusão das investigações e a votação do parecer da comissão especial. Para que a presidente perdesse o mandato, seriam necessários votos de pelo menos 54 senadores, dois terços da Casa.

 

A sessão final do julgamento seria presidida pelo presidente do STF. Em caso de absolvição, a presidente reassumia o mandato imediatamente. Se condenada, a presidente seria automaticamente destituída e ficaria oito anos sem poder exercer cargo público. O vice, Michel Temer, assumiria a Presidência da República até o fim do mandato, em 1º de janeiro de 2019.

 

Lewandowski anunciou como já havia sido definido em dezembro de 2015, que esse rito do Senado, consistindo de trinta etapas no seu roteiro completo, seria igual ao que foi utilizado no impedimento de Fernando Collor, em 1992. A única mudança em relação ao processo anterior seria o momento do interrogatório da presidente. Naquela ocasião, o interrogatório da comissão especial do impeachment foi feito antes da coleta de provas.

O mais provável que devido às citações de Temer na ‘Lava Jato’, e as pedaladas cometidas, ele não deve permanecer no cargo, e a pressão popular já força pára que haja novas eleições. Mas o PMDB luta contra isso, até porque mesmo depois de tanta porrada no ‘Partido dos Trabalhadores’, Lula continua na frente de uma suposta corrida presidencial , seguida de Marina Silva.

 

 

Gustavo Vidal – Coluna Alternativa – Blog TV  Tudo

Pesando a balança ao inverso,

tão mais pesada pra

“direita”…

 

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