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Vox Populi/CUT: Lula lidera com 31%, bem a frente de Aécio e Marina.

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Pesquisa Vox Populi, encomendada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) revela que o ex-presidente Lula (PT) chega a liderar com 31% as intenções de voto para presidente do país; neste cenário, Marina tem 23% e Aécio tem 20%; entre dezembro de 2015 e março deste ano, o #tucano caiu 11 pontos; em outro quadro, Lula tem 29%, Marina tem 18%, Aécio tem 17%, Jair Bolsonaro tem 7% e Ciro Gomes tem 5%; a sondagem foi feita entre os dias 9 e 12 de abril deste ano, com brasileiros com idade superior a 16 anos, residente em todos os estados brasileiros (exceto Roraima) e no Distrito Federal; pesquisa revela força do ex-presidente mesmo ele sendo muito bombardeado pela imprensa e pela oposição
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247 – Pesquisa Vox Populi, encomendada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) revela que o ex-presidente Lula (PT) chega a liderar com 31% as intenções de voto para presidente do país. A sondagem foi feita entre os dias 9 e 12 de abril deste ano, com brasileiros com idade superior a 16 anos, residente em todos os estados brasileiros (exceto Roraima) e no Distrito Federal, em áreas urbanas e rurais, de todos os segmentos socioeconômicos e demográficos, num total de 2 mil entrevistas. A margem de erro é de 2,2%, estimada em um intervalo de confiança de 95%.

Os números:

Cenário 1

Lula – 29%
Marina Silva – 18%
Aécio Neves – 17%
Jair Bolsonaro – 7%
Ciro Gomes – 5%
Ninguém/Branco/Nulo – 16%
NS/NR – 7%

Cenário 2

Lula – 31%
Marina – 23%
Aécio – 20%
Ninguém/Branco/Nulo – 19%
NS/NR – 7%

Entre dezembro do ano passado e abril deste ano, Aécio caiu 11 pontos percentuais (eram 31% em dezembro; 23% em fevereiro), Marina subiu de 19% em fevereiro para os 23% atuais. Lula oscilou um ponto.

Em programa de TV, Al-Jazeera expõe farsa do impeachment de Dilma.

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Em programa, debatedores explicaram para o público internacional porque o impeachment é golpe e porque o argumento do combate à #corrupção é falso.
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Em programa, Al-Jazeera expõe farsa do impeachment de Dilma
Em programa, debatedores explicaram para o público internacional porque o impeachment é golpe e porque o argumento do combate à corrupção é falso.

Em programa, Al-Jazeera expõe farsa do impeachment de Dilma.

Um programa televisivo de meia hora no canal Al Jazeera expôs mais uma vez, nesta segunda-feira (25), para o mundo a farsa que é o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. No programa, que ouviu debatedores brasileiros, os participantes abordaram a falta de base jurídica para o processo.

“Esse processo de impeachment é errado. É organizado por pessoas envolvidas em esquemas de corrupção. Eu não entendo o apoio disso por pessoas que querem o fim da corrupção. As pessoas estão sendo manipuladas”, afirmou a cineasta Betty Martins.

Já a economista da Universidade de São Paulo (USP) Laura de Carvalho lembrou que a presidenta Dilma Rousseff não cometeu nenhum crime. “Argumentos como impopularidade e erros do governo não são motivos para impeachment de ninguém. As pessoas estão esquecendo completamente das bases legais e jurídicas e dos fatos reais nesse processo”, afirmou ela.

Durante o programa, Carvalho também reforçou o Brasil vive no sistema presidencialista, que não suporta o voto de desconfiança. Ou seja: o Congresso não pode depor a presidenta, a não ser que exista um crime de responsabilidade – o que não houve. “Por isso é um golpe parlamentar”, explicou a economista. “Aconteceu no Paraguai (na deposição do então presidente Fernando Lugo, em 2012) e está acontecendo agora no Brasil”.

O programa também transmitiu a fala de Dilma em que ela afirma já ter lutado muito pela democracia em tempos de ditadura e que sente que, agora, seus sonhos estão sendo novamente torturados. Nesse momento, Martins afirmou sentir bastante empatia pela presidenta. “Acho que ela teve um papel importante na democracia do Brasil. Eu respeito ela.

O impeachment não faz sentido. A corrupção nunca foi tão investigada quanto agora”, afirmou a cineasta.

Em outro momento, foram mostrados ao público tuítes e uma charge do cartunista Carlos Latuff, em que a população se aperta em um pequeno buraco enquanto sustenta com os próprios braços a “Ponte para o Futuro Furto”, em uma paródia da  proposta econômica de Michel Temer que vai prejudicar a população mais pobre e ajudar os mais ricos.

Em programa, AlJazeera expõe farsa do impeachment de Dilma
Em programa, debatedores explicaram para o público internacional porque o impeachment é golpe e porque o argumento do combate à corrupção é falso.

Em programa, Al-Jazeera expõe farsa do impeachment de Dilma.

Um programa televisivo de meia hora no canal Al #Jazeera expôs mais uma vez, nesta segunda-feira (25), para o mundo a farsa que é o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. No programa, que ouviu debatedores brasileiros, os participantes abordaram a falta de base jurídica para o processo.

“Esse processo de impeachment é errado. É organizado por pessoas envolvidas em esquemas de corrupção. Eu não entendo o apoio disso por pessoas que querem o fim da corrupção. As pessoas estão sendo manipuladas”, afirmou a cineasta Betty Martins.

Já a economista da Universidade de São Paulo (USP) Laura de Carvalho lembrou que a presidenta Dilma Rousseff não cometeu nenhum crime. “Argumentos como impopularidade e erros do governo não são motivos para impeachment de ninguém. As pessoas estão esquecendo completamente das bases legais e jurídicas e dos fatos reais nesse processo”, afirmou ela.

Durante o programa, Carvalho também reforçou o Brasil vive no sistema presidencialista, que não suporta o voto de desconfiança. Ou seja: o Congresso não pode depor a presidenta, a não ser que exista um crime de responsabilidade – o que não houve. “Por isso é um golpe parlamentar”, explicou a economista. “Aconteceu no Paraguai (na deposição do então presidente Fernando Lugo, em 2012) e está acontecendo agora no Brasil”.

O programa também transmitiu a fala de Dilma em que ela afirma já ter lutado muito pela democracia em tempos de ditadura e que sente que, agora, seus sonhos estão sendo novamente torturados. Nesse momento, Martins afirmou sentir bastante empatia pela presidenta. “Acho que ela teve um papel importante na democracia do Brasil. Eu respeito ela. O impeachment não faz sentido. A corrupção nunca foi tão investigada quanto agora”, afirmou a cineasta.

Em outro momento, foram mostrados ao público tuítes e uma charge do cartunista Carlos Latuff, em que a população se aperta em um pequeno buraco enquanto sustenta com os próprios braços a “Ponte para o Futuro Furto”, em uma paródia da  proposta econômica de Michel Temer que vai prejudicar a população mais pobre e ajudar os mais ricos.

“As pessoas que as apoiam o impeachment não estão felizes com os progressos sociais e políticos afirmativas implantadas pelo PT”, afirmou Martins, para quem o impeachment envolve uma questão de luta de classes.

Em determinado momento, a própria apresentadora do programa discordou de um dos argumentos da debatedora que defendia o impeachment. Renata Barreto afirmou que não gostava dos discursos da presidenta. E a apresentadora rebateu: “Mas isso você está falando que não gosta do estilo. Eu não estou segura se isso é motivo para um impeachment”.

Veja aqui o programa na íntegra.

Desde o início do processo de impeachment de Dilma, outros diversos veículos internacionais denunciaram o golpe em curso no Brasil e manifestaram preocupação com a condução do caso por Eduardo Cunha (PMDB).

Por Clara Roman,

Dilma vive o golpe de estado parlamentar brasileiro

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GOLPE DE ESTADO PARLAMENTAR BRASILEIRO.
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O que ainda nos restam fazer é ir para as ruas, intensificar as greves, passeatas, confrontos pacíficos com os golpistas, dispostos a lutar pelos nossos direitos que irão se perder, caso haja o impeachment. Sinceramente, uma nova eleição para se evitar um golpe de estado, seria o mesmo que se suicidar para evitar a morte.
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Além do mais, isso ainda demonstraria que neste país não há mais clima para sustentar instituições autônomas e democráticas e preservar direitos sociais, e que qualquer governo de esquerda que se instale posteriormente, estará sujeito a ser deposto, se novamente desagradar a esse 1% da população endinheirada nacional. É bom saber que daqui para frente vai ser assim. Ou vencemos o golpe agora, ou seremos vencidos em todas as outras tentativas para implantar um governo de esquerda. Não nos enganemos quanto a isso. O que devemos fazer é continuar e intensificar os protestos, as mobilizações, as reivindicações das massas populares, as passeatas, conscientizando a todos para saírem às ruas em defesa de seus direitos, em defesa das conquistas sociais. É preciso sufocar, pela pressão e demanda populares nas ruas, este golpe. Será que alguém ainda acredita que os reacionários e golpistas irão respeitar um novo governo de esquerda, se acontecer nova eleição e Lula ganhar, por exemplo? Eles farão novamente a mesma coisa, o mesmo processo e o mesmo golpe.

Temos que vencê-los agora. Essa é nossa única chance de pôr fim ao golpe. E, se mesmo isso não sensibilizar os golpistas e seus adoradores e pudermos fazê-los desistir, é preciso deixar que seus defensores colham, e nós também, os frutos amargos das funestas consequências de suas escolhas, que advirão desta aventura irresponsável da direita ensandecida! Será preciso pagar para ver? É preciso perceber também, urgentemente, que a dignidade do povo brasileiro está sendo cassada dia a dia, por pessoas que não tem apreço ao ser humano, que não tem respeito à vida e a si mesmo, que não tem respeito por nossas famílias, nossas esposas, esposos, filhos, netos ou por nossas religiões. Essas classes abastadas se defendem e se atraem com a mesma facilidade com que se unem para baterem panelas, vestirem-se falsamente de verde e amarelo, pedirem o impeachment, mas que sabotam, roubam, sonegam, desviam, obstruem, matam e fazem negociatas em nosso nome com nosso dinheiro.
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São esses os que se uniram para derrubarem uma mulher idônea, uma diva da democracia, sem que lhe seja imputado nenhum crime. Mais do que isso, unem-se para derrubarem os trabalhadores, os pobres, moradores de favelas e de periferias, os negros e para derrubar o Brasil democrático. Fazem isso para escaparem das condenações imputadas a todos eles (as). A bandeira dessa gente é outra, e sabemos bem qual. Essa bandeira não tem somente as cores verde e amarelo, tem também azul e uma águia. Por isso, se formos derrotados agora, teremos falhado em nossa luta.
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Morreremos todos para sermos vivos, sobrevivendo a cada dia, como aconteceu no passado não muito distante. Ou damos tudo de nós agora, ou então retornaremos ao passado por décadas. O que escolhemos? É preciso pagar para ver? Fora isso, vemos a covardia, a falta de caráter, a falta de apreço aos fatos e o profundo desprezo e desamor pelo Brasil, dessa velha mídia fascista. Isso cada dia fica mais do que evidente neste novo golpe, que perpetram contra a democracia. Para eles, nada mais importa, a não ser arrancar brutalmente o PT do poder, a qualquer custo, por qualquer preço. Dane-se que Dilma Rousseff não tenha cometido crimes; dane-se o dantesco julgamento de domingo, quando o mundo inteiro pôde ver a classe de políticos que votaram contra ela; dane-se que se estejam cometendo uma injustiça. Nada disso importa, contanto que o PT seja humilhado, destruído, esquecido. É por isso que os jornais brasileiros, as revistas e a mídia golpista nacional, ocultam todo o tempo de seus simpatizantes e leitores, que Dilma é honesta, que ela está sendo derrubada do poder por um bando de políticos às voltas com a Justiça.
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Em nenhum momento os editoriais dos três maiores jornais, e em especial, as redes de televisão, expressam as verdades dos fatos. Eles expressam apenas a opinião de seus donos, incapazes de ao menos se indignar com a realidade de que Dilma não é corrupta e que está sendo deposta por gente acusada de corrupção. Pelo contrário. A questão agora é fazer o impeachment o mais rápido possível, todos em uníssono. No entanto, é vergonhoso para todo brasileira e brasileiras decentes, perceber que, enquanto a imprensa brasileira age como comandante do golpe em curso, a imprensa estrangeira denuncia a farsa do impeachment de uma presidente que não cometeu crime de responsabilidade, condição sine qua non para tirá-la do cargo, de acordo com a Carta Magna do país. Diante do exposto, fica claro que a campanha do impeachment, que o governo descreveu corretamente como golpe, é na verdade um esforço da elite brasileira tradicional para obter por outros meios, não lícitos, aquilo que não conseguiram conquistar nas urnas e nas ruas, de forma lícita. Será uma atitude ingênua e irresponsável dos coxinhas, portanto, dizer que o golpe parlamentar que está em curso no Brasil vitimará apenas “petralhas”, “bolivarianos”, “comunistas”, “esquerdistas” ou os (as) mortadelas. A usurpação do poder pela direita, da maneira como se desenha, é um golpe também contra aqueles que se vestiram verde e amarelo, que foram às ruas, levaram a família, gritaram contra a corrupção e acreditaram que teriam um Brasil novo ou “o seu Brasil de volta”, conforme se escrevia nos diversos cartazes. O cidadão que foi às ruas, levando babás, pedindo a ditadura e a intervenção militar, falando impropérios contra a presidenta Dilma, não poderia imaginar que estaria cooperando para este novo quadro político desacreditado. Não poderia imaginar que, no final, os menos qualificados, mais sujos e sem voto popular chegaria ao poder. Qualquer cidadão ou cidadã consciente terá de aceitar que Michel Temer e Eduardo Cunha será um desastre no governo. Com um resultado desse nível, fica provado que as armas da direita é a alienação e preconceito impostos às massas.

Temer monta governo confiando demais em vitória no STF

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Temer viajou na segunda-feira (18) de Brasília para São Paulo. E passou o dia reunido com assessores. Também participaram do encontro em São Paulo dois ex-ministros da presidente Dilma Rousseff.

Michel Temer passou a tarde no escritório. Ele se reuniu com o jornalista Thomas Traumann, que foi porta-voz da presidente Dilma e chefe da Secretaria de Comunicação Social.

Também estava lá Moreira Franco, ex-governador do Rio de Janeiro e ex-ministro-chefe da Aviação Civil do governo Dilma. Hoje, é uma das pessoas mais próximas do vice-presidente Michel Temer. Ele conversou com o repórter José Roberto Burnier.

Moreira Franco: O problema maior da sociedade brasileira hoje é a economia. O segundo problema é a economia. O terceiro problema é a economia. É absolutamente intolerável que nós tenhamos 284 brasileiros perdendo emprego por hora no Brasil.
José Roberto Burnier: E por isso o vice-presidente já estaria pensando em uma possível equipe econômica?
Moreira Franco: É claro. Claro, ele e acho que o Brasil inteiro, está todo mundo desesperado em busca de uma alternativa.
José Roberto Burnier: Já houve contatos?
Moreira Franco: Isso eu não sei.

Perguntado sobre se daria tempo de formar o governo até o começo de maio, Moreira Franco respondeu que é obrigação de Michel Temer, porque as regras são essas.

O vice-presidente continua em São Paulo nesta terça-feira (19). A assessoria de imprensa disse que Temer não tem compromissos oficiais na agenda. Outro lado, é o vice, montar todo esse esquema por 180 dias, e depois disso o STF, não aceitar o processo de impeachment. Confia demais o ovo na cloaca?

 

Tino Junior apresentara o ‘Balanço Geral Manhã’ e Bacci é confirmado no “Domingo Show”

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O atual apresentador do “RJ no Ar”, Tino Júnior, deve assumir a partir desta semana, o comandado do telejornal matinal, “Balanço Geral Manhã”, que era comandado por Luiz Bacci, na Rede Record. Segundo informações de um blog do próprio R7, Bacci foi efetivado no comando do “Domingo Show”, deixando a vaga de dois telejornais matinal em aberto na emissora.

Ainda segundo informações da coluna “KTV”, Tino, deve continuar no comando do “RJ no Ar”, já que o apresentador William Travassos, deve continuar no comando do telejornal matinal “São Paulo no Ar”, exibido nas manhãs da emissora.

O apresentador Geraldo Luis foi afastado definitivamente da emissora após fazer criticas a uma matéria sua que teria sido cortada pela direção do programa, o desabafo não agradou a emissora.

Informações do site CTV Audiência

Cunha presidindo, Senado de direita, STF acovardado e imprensa parcial: É Golpe!

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A senadora Ângela Portela (PT-RR) afirmou nesta segunda-feira (25), em Plenário, que Dilma Rousseff é uma presidente honesta e honrada, legitimamente eleita pelo povo, e não pode deixar o governo só porque “a oposição não gosta dela”.

A senadora acrescentou ainda que Dilma só adotou as chamadas pedaladas fiscais para poder arcar com os direitos sociais garantidos aos mais pobres.

— Diferentemente do que fizeram os deputados, que basearam os seus votos em desejo de vingança política e na necessidade desesperada de esfriar as investigações da [Operação] Lava Jato, os senadores certamente saberão agir dentro dos limites do processo. Nós, que há meses vimos denunciando a sanha golpista das forças políticas que não aceitam a derrota de 2014, temos plena confiança de que estará comprovado que a presidente Dilma não cometeu crime de responsabilidade — disse.

Nessa pegada, em todos os setores que Dilma foram ou vai ser julgada, não há garantia de imparcialidade. Até porque o plenário seguia os traidores do PMDB, a oposição do senado diz que já tem 50 votos para o impedimento da Dilma, sem se sequer ouvir as defesa, exemplo do Supremo, que permitiu que Eduardo Cunha – réu com 5 condenações – presidir um processo de peso como esse, e a imprensa que trabalha em prol de golpe visível, sendo que as mídias internacionais  alegam que existe.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse nesta terça-feira (22) que o processo de impeachment pode ser “uma coisa normal”, mas que impedimento sem a comprovação de um crime de responsabilidade deve receber outro nome. A declaração foi dada após Renan se reunir com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no começo da tarde.

“Eu acho que o impeachment, em circunstância normal, é uma coisa normal. Mas é bom que as pessoas saibam e a democracia exige que nós façamos essa advertência, que para haver impeachment tem que haver a caracterização do crime de responsabilidade da presidente da República. Quando o impeachment acontece sem essa caracterização, o nome sinceramente não é impeachment, é outro nome”, disse Renan.

Questionado, então, sobre se o impeachment sem crime de responsabilidade seria “golpe”, Renan desconversou: “Quando não há caracterização do crime de responsabilidade, não é impeachment, o nome deve ser outro, não é impeachment. É por isso que nós precisamos ter responsabilidade com o Brasil e com a democracia”.

Mais cedo, nesta terça, a presidente Dilma Rousseff voltou a classificar de golpe o processo de impeachment que tem ela como alvo na Câmara dos Deputados e reafirmou que não irá renunciar “jamais”.

A petista deu a declaração durante ato organizado no Palácio do Planalto para que dezenas de profissionais do meio jurídico manifestassem apoio ao governo e se posicionassem contra a tentativa de afastá-la da Presidência.

Reunião com Lula
Renan Calheiros negou que, na reunião com Lula, o ex-presidente tenha pedido algum apoio dele. Segundo o colunista do G1 e da GloboNews, senadores do PT ficaram entusiasmados com os primeiros retornos do encontro entre os dois, que também teve a presença do ex-presidente José Sarney.

Até então, a avaliação era que o processo de impeachment passaria de forma rápida no Senado, depois de aprovado pela Câmara. De acordo com o colunista, para petistas, se Renan mantiver o compromisso assumido com Lula, o cronograma do processo de impeachment no Senado poderá ser mais lento do que o imaginado inicialmente.

“Ele não pediu nada. Apenas conversou sobre a conjuntura política e eu externei o ponto de vista do presidente do Congresso Nacional que tem que ser responsável, isento, tem que se preocupar com as funções do legislativo. Nenhum poder pode pensar em atropelar a função de outro poder. Se isso acontecer, nós vamos ter crise institucional no Brasil”, afirmou o peemedebista.

O presidente do Senado também comentou sobre o posicionamento do PMDB com relação ao governo federal. Para Renan, a sigla precisa ter “responsabilidade”.

“O PMDB mais do que nunca precisa demonstrar sua responsabilidade institucional. O PMDB sair do governo – e digo isso com a autoridade de quem não participa do governo – se o PMDB sair do governo e isso significar um agravamento da crise. É uma responsabilidade indevida que o PMDB deverá assumir”, classificou Renan Calheiros.

Gustavo Vidal – Coluna Alternativa – Blog TV  Tudo

Pesando a balança ao inverso,

tão mais pesada pra

“direita”…

Com Dilma ou com Temer, Brasil só vai ter sossego em 2019.

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Eu como trabalhador e cidadão brasileiro venho ate vocês abrir os olhos para uma questão, o pais não vai ter paz política antes de 2019, até porque independente de Dilma ou Temer no poder, ambos os lados vão infernizar o lado contrario, para que não haja governabilidade. E vai se instaurar greves, passeatas, guerras, e boicotes em todas as áreas sociais. Lutamos pela democracia, e aceitar a posição contraria, é difícil nos dias de hoje, e a imprensa ajudar o lado que ela quer, sem imparcialidade e sem informar e questionar.

No mais, esqueçam um Brasil de sonhos, um nação de crescimento, porque os opositores querem tomar o poder independente de quantos milhões caiam perante essa guerra. Nos anônimos, queremos que a corrupção acabe, os impostos sejam aplicados onde se deve, culpados sejam punidos e que o nosso dinheiro prospere, até porque o parlamento só se preocupa na ‘guerra dos tronos’.

Gustavo Vidal – Coluna Alternativa – Blog TV  Tudo

Pesando a balança ao inverso,

tão mais pesada pra

“direita”…

Filha de Michel Temer condena Golpe Sujo do pai

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Em meio ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, a filha do vice-presidente Michel Temer, Luciana Temer, vem se demonstrando receosa quanto ao processo de impedimento da presidente Dilma Rousseff, já que “não seria algo positivo à estabilidade democrática do país”.

“O impeachment não é algo bom em lugar nenhum. Não se pode comemorar, já que 24 anos é um tempo muito curto de sustentação democrática para você ter dois impedimentos”, disse.

A afirmação foi feita a alunos do curso de direito da PUC, em São Paulo, onde Luciana Temer leciona direito constitucional há cerca de 20 anos. Ela, contudo, refutou a tese de golpe, que vem sendo defendida pelo PT e parte do governo.

PT já sonda Padilha, Mercadante ou Jaques Wagner para novas eleições

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Parece que o PT aprendeu pensar em todas as possibilidades, e se armar contra Temer, andam acontecendo reuniões de possibilidades, até porque eles não sabem o quanto o inimigo pode ser sujo. Alguns nomes foram sugeridos, caso haja novo pleito e o Supremo aceite o afastamento da Presidente Dilma. O ex ministro Padilha, que foi candidato ao governo de São Paulo, é um dos primeiros nomes, seguido de Aloísio Mercadante ex-senador por São Paulo e o Ministro Chefe da Casa Civil e o ex-governador da Bahia por dois mandatos, Jaques Wagner. O Lula, não foi cogitado, porque ele não pode pela lei de reeleição, e ele seria uma arma para 2018.

A estratégia do governo, e tornar impossível qualquer governabilidade do Tucano-Peemedebista, devolvendo os dois anos de traição ao PT. Articulações de todo tipo vão acontecer, até porque o presidente do partido Rui Falcão tem pensado no futuro, almejando as eleições municipais de 2016, uma suposta eleição para o executivo e ainda 2018.

Segundo a legislação, o primeiro passo da tramitação do impeachment no Senado Federal seria a leitura em plenário do parecer da Câmara favorável à abertura do processo. Em seguida, o presidente do Senado, Renan Calheiros, criaria a comissão especial para a análise do processo e pediria aos líderes partidários a indicação dos 42 senadores que iriam compor a comissão: 21 titulares e 21 suplentes. O rito prosseguiria com a eleição da comissão especial, que elegeria o seu presidente e relator.

Após a instalação da comissão especial, o Blog TV Tudo informa que começaria a contar o prazo de dez dias úteis para que o relator apresentasse seu parecer sobre a admissibilidade da abertura do processo. Nessa fase, não haveria previsão de defesa da presidente. O parecer precisaria ser votado pelos integrantes do colegiado, com aprovação por maioria simples. Independentemente do resultado, a decisão final caberia ao plenário do Senado, que é soberano. No plenário, o parecer da comissão seria lido, e, após 48 horas, votado nominalmente. Para ser aprovado, seriam necessários metade mais um dos votos dos senadores presentes, desde que votassem pelo menos 41 dos 81 senadores.

Renan Calheiros e Ricardo Lewandowski durante reunião em 18 de abril.

Se o parecer da comissão fosse pela admissibilidade do processo de impeachment e o texto fosse aprovado pelo plenário do Senado, o processo contra a presidente seria instaurado e Dilma seria notificada e afastada do cargo por um período de até 180 dias. Com isso, o vice-presidente Michel Temer assumiria o governo. Se o parecer da comissão pela admissibilidade fosse rejeitado no plenário, a denúncia contra a presidente seria arquivada.

 

Se o processo de afastamento de Dilma fosse aberto, começaria a fase de produção de provas e a possível convocação dos autores da denúncia, da presidente e da defesa até a conclusão das investigações e a votação do parecer da comissão especial. Para que a presidente perdesse o mandato, seriam necessários votos de pelo menos 54 senadores, dois terços da Casa.

 

A sessão final do julgamento seria presidida pelo presidente do STF. Em caso de absolvição, a presidente reassumia o mandato imediatamente. Se condenada, a presidente seria automaticamente destituída e ficaria oito anos sem poder exercer cargo público. O vice, Michel Temer, assumiria a Presidência da República até o fim do mandato, em 1º de janeiro de 2019.

 

Lewandowski anunciou como já havia sido definido em dezembro de 2015, que esse rito do Senado, consistindo de trinta etapas no seu roteiro completo, seria igual ao que foi utilizado no impedimento de Fernando Collor, em 1992. A única mudança em relação ao processo anterior seria o momento do interrogatório da presidente. Naquela ocasião, o interrogatório da comissão especial do impeachment foi feito antes da coleta de provas.

O mais provável que devido às citações de Temer na ‘Lava Jato’, e as pedaladas cometidas, ele não deve permanecer no cargo, e a pressão popular já força pára que haja novas eleições. Mas o PMDB luta contra isso, até porque mesmo depois de tanta porrada no ‘Partido dos Trabalhadores’, Lula continua na frente de uma suposta corrida presidencial , seguida de Marina Silva.

 

 

Gustavo Vidal – Coluna Alternativa – Blog TV  Tudo

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Geraldo Luís pode estar indo para a RedeTV!

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Suspenso por ter criticado a Record no ar, no último domingo (17), Geraldo Luís está negociando contrato com a RedeTV!. O apresentador foi visto circulando nos bastidores da emissora na tarde desta sexta-feira (22), ao lado de Elias Abrão, superintendente artístico, e de Marcelo de Carvalho, vice-presidente.

Sonia Abrão chegou a comentar o assunto no A Tarde É Sua. “Olha aí, não sei não se é o SBT que tá interessado [em Geraldo Luís]”, disse ela, rebatendo fala de um de seus comentaristas de fofocas.

Geraldo Luís ficará fora do Domingo Show de amanhã (24). Existem versões de que esse afastamento possa ser definitivo.

Geraldo Luís disse ao vivo que estava “muito triste” com uma intervenção que a direção da Record fez em uma reportagem sua e pediu, “em respeito profissional”, que não “não façam mais isso”. O apresentador também insinuou que colegas de casa são covardes, “Tem gente aqui que não briga, cospe no prato que come”, acusou.

O comentário irritou a cúpula da emissora, que considerou inaceitável um apresentador expor publicamente uma questão interna.

Geraldo Luís já se sente injustiçado na Record, por que apesar de seu programa ter boa audiência, com médias acima de oito pontos, ele é um dos que menos ganham na emissora.

Essas visitas a outras emissoras, e até os boatos de negociação, podem ser uma forma de Geraldo mostrar à Record que não ficará à deriva, caso haja de fato, um afastamento definitivo.

Record promove novas mudanças na programação

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Engana-se quem pensa que somente “Escrava Mãe” teve sua estreia alterada porque a Record quer esperar o fim de “Totalmente Demais” para não prejudicar a novela, engavetada desde o ano passado.

De acordo com o colunista Flávio Ricco, a emissora somente programará os lançamentos do talk show de Fábio Porchat e da minissérie sobre o Mamonas Assassinas quando Globo e SBT definirem suas programações para o segundo semestre.

As duas novidades são peças importantes da grade do canal paulista neste ano, que ainda tem como destaques o recém lançado “Power Couple” e o novo reality show de Buddy Valastro, “Cozinha em Guerra”.

O chef gravará a atração, que terá como foco pratos salgados, e também preparará uma nova fornada do “Batalha dos Confeiteiros”, que fez bastante sucesso na Record em 2015 com mais audiência que o “MasterChef Brasil” (Band).

Com Luiz Bacci, “Domingo Show” marca alta audiência e derrota “SuperStar” neste domingo – (24/04).

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O programa dominical, “Domingo Show”, exibido pela Rede Record na tarde deste domingo (24), conseguiu apresentar uma excelente audiência e cravou o segundo lugar absoluto no Ibope, o programa ainda chegou a ficar por mais de 2 horas em primeiro lugar na preferencia do paulistano.

A atração, que hoje foi comandada por Luiz Bacci, marcou segundo dados preliminares do Kantar Ibope 9.1 pontos de média e chegou a picos de 13.3 pontos na Grande São Paulo. No confronto direto, a Rede Globo liderou com 10.3 pontos de média.

No embate direto, entre “Domingo Show” e “SuperStar”, a atração comandada por Luiz Bacci, levou a melhor e marcou 11.0 pontos de média, contra 10.2 pontos do reality show da emissora concorrente.

Carregada de críticas negativas, ‘Velho Chico’ passará por mudanças na Globo.

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A terceira fase de “Velho Chico” passa por alguns problemas de continuidade e o principal personagem do folhetim sofre grande rejeição por parte do público.

Um grupo de discussão feito pela Globo revelou que o coronel Saruê, que na primeira fase foi vivido por Rodrigo Santoro e agora é interpretado por Antonio Fagundes, não caiu nas graças do público. O tom não é o mesmo. Parece outro personagem que do nada surgiu.

Apesar do cenário, Luiz Fernando Carvalho vem resistindo às tentativas de mudanças. Por enquanto, a cúpula da Globo vem tentando convencê-lo de que alterações em sua concepção artística são necessárias, ainda sem impô-las.  O grupo apontou também que o folhetim é carregado demais.

‘A Mentira’ derruba audiência do SBT em 17% e a Record sobe no Ibope

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A reprise surpresa da novela mexicana, “A Mentira”, não deu certo no SBT, a trama segundo dados consolidados do Kantar Ibope, até agora não atingiu a vice liderança em nenhum dia desde a sua reestreia, além disso, o folhetim derrubou a audiência do SBT em todas as praças com medição do Ibope.

Na comparação com o “Casos de Família”, que era exibido na faixa das 15h no mês passado, a audiência do SBT recuou 17% com a chegada do dramalhão mexicano, passando de 5.9 pontos para 4.9 pontos na Grande São Paulo. O “Casos de Família”, que passou a ser exibido mais cedo, também foi diretamente atingido, tanto que no acumulado tem míseros 4.9 pontos também.

Enquanto o SBT mexe e remexe em sua programação, a Rede Record mantem sua grade estável e sem alterações, enquanto a emissora de Silvio Santos perdeu 1 ponto, a emissora dos bispos perdeu apenas 0.1, passando de 7.8 para 7.7 pontos, mas a diferença, que antes era de 1.9, passou para 2.8 pontos em abril.

O péssimo desempenho de “A Mentira”, ajudou até a novela da Record, “Chamas da Vida”, que só este mês alcançou o segundo lugar na média em três ocasiões, algo que nunca tinha acontecido antes. A novela da Record, desde que passou a concorrer com “A Mentira”, passou de 4.9 pontos para 5.2 pontos em São Paulo.

Para vencer a crise, operadoras de TV Paga baixam preços de pacotes.

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Para driblar a crise, e evitar a continua fuga de assinantes no mercado de TV Por Assinatura, as operadoras estão apostando em pacotes mais populares e com preços mais acessíveis para os assinantes. Após uma queda brusca no número de assinantes em 2015, pela primeira vez as principais operadoras de TV Paga no Brasil, ao invés de aumentar, diminuíram os valores de seus pacotes.

A SKY por exemplo, baixou o preço de seu pacote mais básico em 30%, passando de R$ 99.90 em fevereiro, para R$ 69.90, já o pacote mais completo da operadora, que antes saia por R$ 414.90, agora fica por R$ 345.90. Além da baixa nos valores de pacote, a operadora também facilitou a adesão para os clientes, antes essa taxa de instalação era de R$ 120.00, agora sai por apenas R$ 10.00 no cartão de crédito, para clientes que pedirem 2 pontos de TV, o valor é de R$ 50.00.

A ClaroTV, também diminuiu o valor de seus pacotes, o mais básico antes saia por R$ 89.90, agora sai por R$ 79.90, o cliente ainda ganha desconto nos primeiros meses, pagando apenas R$ 59.90. Na contramão disso, o pacote mais básico da NET, passou de R$ 69.90 para R$ 74.90, contando com apenas 6 canais fechados.

Entre as operadoras menores, sem muita tradição, a VivoTV baixou o valor seu pacote mais básico, que agora sai por R$ 79.90, antes esse valor era de R$ 99.90, dentre as citadas acima, a Vivo é a unica operadora DHT, que não cobra taxa de adesão e nem instalação, o que conta como um ponto positivo para a operadora.

Essa baixa nos preços, acontecem por causa da atual crise econômica que o Brasil atravessa.
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